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Dizimista 165

10 de junho de 2010

O Globo
 


 

Manchete: Brasil vota a favor do Irã e se isola dentro da ONU
 

Ahmadinejad desafia eficácia de sanções, e Lula diz que países fizeram ´birra´

O Brasil e a Turquia ficaram isolados no Conselho de Segurança da ONU ao votar contra as sanções ao Irã, aprovadas por 12 dos 15 de seus membros, com abstenção do Líbano. A nova resolução representa uma derrota para a diplomacia brasileira, que lutou até o último momento para adiar a votação. A medida dificilmente deterá o programa nuclear iraniano, mas abre caminho legal para que sanções unilaterais mais duras sejam adotadas por EUA e países da UE. O presidente iraniano manteve a retórica desafiadora: "Essas resoluções não têm valor. São como um lenço usado, que deve ser jogado na lixeira”. Já o presidente Lula, irritado, disse que os países votaram por "birra": "Eu sinceramente espero que o companheiro Ahmadinejad continue tranqüilo.” (Págs. 1, 37 a 39 e editorial "Uma derrota desnecessária do Brasil")

Voto contra rompe tradição

Pela primeira vez, em dez mandatos como membro temporário do Conselho de Segurança da ONU, o Brasil votou contra uma resolução aprovada pelo grupo de 15. Segundo analistas, a rejeição às sanções aplicadas contra o Irã aumentaria, para o Brasil, a dificuldade de obter assento permanente no órgão.

Foto legenda: Sozinhos, a embaixadora do Brasil e seu colega turco, no plenário da ONU, após a sessão: únicos votos pró-Irã

País volta a ter juros acima dos 10%
 

Em decisão unânime, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central elevou, pelo segundo mês consecutivo, a taxa de juros, que agora passou de 9,50% para 10,25% ao ano. A alta veio dentro do esperado pelo mercado e mantém o país no topo do ranking dos juros mais altos do mundo. Com isso, saem favorecidas aplicações em fundos DI, COBs e títulos do Tesouro Nacional.

O IPCA, índice de inflação da meta, caiu para 0,43% em maio, contra 0,57% de abril. (Págs. 1 e 36)

Míriam Leitão
Países que crescem de forma sustentada investem mais e poupam muito mais do que vem fazendo o Brasil. (Págs. 1 e 32)

Carlos A. Sardenberg
Um ritmo exagerado de crescimento econômico leva a desequilíbrios estruturais, inflação e bolhas especulativas. (Págs. 1 e 6)

Novos hotéis no Rio podem ter mais andares
 

A Câmara de Vereadores vai votar, nos próximos dias, emendas ao projeto do novo Plano Diretor, entre elas uma que abre brecha para que hotéis selam erguidos, em qualquer bairro, com regras mais liberais que as de hoje. A emenda permite que um novo hotel, num raio de 200 metros de um já existente, tenha o mesmo número de andares, independentemente de outras leis. (Págs. 1 e 28)

Estatuto fixa normas para jornalistas do GLOBO nas eleições (Págs. 1 e 9)
 


Rombo na Previdência é tema tabu
 

O déficit da Previdência é um problema que ainda não mereceu uma proposta consistente dos três principais pré-candidatos à Presidência. Dilma Rousseff (PT) rejeita uma reforma previdenciária; José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) são vagos sobre o tema. (Págs. 1 e 3)

MEC abre inscrições no Sisu e permite a escolha de 2 cursos (Págs. 1 e 18)
 


Dossiê: Câmara convoca ministro da CGU para depor (Págs. 1 e 17)
 


Genoma do autismo promete levar a tratamentos (Págs. 1 e 40)
 


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Folha de S. Paulo
 


 

Manchete: ONU aprova sanções ao Irã, e Lula diz que é ´birra´
 

Presidente critica o Conselho de Segurança; iraniano Ahmadinejad compara a decisão a lixo

Com apenas dois votos contrários - do Brasil e da Turquia - e uma abstenção - do Líbano -, o Conselho de Segurança da ONU aprovou a quarta rodada de sanções contra o Irã por causa do seu programa nuclear.

Apesar de elogiarem os esforços do Brasil e da Turquia por uma solução negociadas, 12 países do conselho votaram a favor da resolução, elaborada pelos EUA.

O presidente Barack Obama disse que a decisão não "fecha a porta para a diplomacia". Para o brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, os votos pela punição ocorreram "apenas por birra". Segundo ele, o Conselho de Segurança perdeu chance histórica para negociar.

O iraniano Mahmoud Ahmadinejad, chamado de companheiro por Lula, comparou a medida a "papel para limpar a boca que jogamos no lixo". (Págs. 1 e Mundo)

Jânio de Freitas
Houve o cuidado de não restringir negócios com o petróleo iraniano (Págs. 1 e A10)

Foto legenda: Aquele abraço
 

Em palanque, em Alagoas, Lula reencontra o aliado Collor (Págs. 1 e A10)


Juros básicos vão a 10,25%; mercado prevê novas altas
 

Por unanimidade, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) elevou pela segunda vez seguida os juros básicos, de 9,50% para 10,25% ao ano.

A alta ficou dentro da expectativa do mercado, que prevê novos aumentos neste ano. A taxa básica é só referência; na prática, os juros são bem maiores. (Págs. 1 e A14)

Governo criará conselho contra ação de cartéis
 

O Ministério da Justiça edita hoje portaria que cria conselho para definir medidas contra cartéis. O objetivo é atacar grupos especializados em fraudar licitações, como os "consórcios paralelos" de empreiteiras, revelados pela Folha. (Págs. 1 e A12)

Candidata pop
 

Xodó dos descolados, a senadora acriana Marina Silva (PV) investe na ecologia contra a polarização eleitoral entre PT e PSDB.

Com 12% na mais recente pesquisa Datafolha e pouco tempo de TV, Marina se lança candidata à Presidência hoje em Brasília. (Págs. 1 e A5)

Foto legenda: Menina toca ‘vuvuzela’ em desfile da seleção sul-africana
 


Editoriais
 

Leia "Retrocesso florestal", sobre a elaboração de novo código de proteção ambiental; e "Jogo limpo", acerca da escolha de candidatos pelos partidos. (Págs. 1 e A2)

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O Estado de S. Paulo
 


 

Manchete: ONU aprova novas sanções ao Irã e Lula diz que é ´birra´
 

Apenas Brasil e Turquia votaram contra, e presidente brasileiro critica países que se alinharam aos EUA

"O Conselho de Segurança da ONU aprovou a quarta rodada de sanções ao Irã, por causa de seu programa nuclear. Dos 15 votos, 12 foram favoráveis - apenas Brasil e Turquia votaram contra, e o Líbano se absteve. Embaixadores de EUA, França e Grã-Bretanha celebraram o resultado como uma vitória. Já os representantes de Brasil e Turquia saíram sem falar com os repórteres. O texto ficou aquém do que pretendiam os EUA, com o objetivo de obter o apoio de China e Rússia. O Brasil não participou das negociações para a elaboração do documento. O presidente Lula disse que as sanções foram aprovadas por "birra" e criticou quem se alinhou aos EUA. "Espero que o companheiro (Mahmoud) Ahmadinejad continue tranquilo", disse Lula, referindo-se ao presidente do Irã. (Págs. 1 e Internacional A14 e A15)

Para EUA, etanol é problema

A Casa Branca considera "arriscada" a possibilidade de o Brasil vender etanol ao Irã, porque violaria as sanções. (Págs. 1 e Internacional A15)

Foto legenda: Do contra. A embaixadora do Brasil na ONU, Maria Luiza Ribeiro Viotti, não levanta a mão durante a votação que aprovou as novas sanções ao Irã

Questionado contrato de empresário ligado a Dilma
 

Fiscalização da Controladoria-Geral da União detectou 11 indícios de irregularidades em um dos principais contratos firmados com o governo pela Dialog Serviços de Comunicação e Eventos. A empresa é de Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, o Bené, que até semana passada vinha atuando como uma espécie de gerente informal da pré-campanha da petista Dilma Rousseff à Presidência. A assessoria de Bené informou que não tem conseguido falar com ele para comentar o caso. (Págs. 1 e Nacional A4)

R$ 76,3 milhões
É a soma dos pagamentos do governo à Dialog nos últimos quatro anos

Governo discute novo aeroporto em São Paulo
 

O presidente Lula convocou reunião com ministros para discutir os termos de concessão à iniciativa privada de um novo aeroporto em São Paulo. A atual demanda e a expectativa de movimento na Copa de 2014 e na Olimpíada de 2016 preocupam o governo. (Págs. 1 e Economia B1)

Copa 2010: Música, alegria e lucros na festa do futebol
 

A bola só rola amanhã, mas a Copa tem início oficial hoje em Soweto com show de estrelas como a cantora Shakira e a banda Black Eyed Peas. O Mundial renderá US$ 3,2 bilhões e a estimativa é de que o lucro da Fifa seja três vezes maior que o da economia sul-africana. (Págs. 1 e E1)

Julio Cesar recebe cuidado especial, mas joga na estreia

Ontem completou uma semana que o goleiro Julio Cesar deixou o amistoso contra o Zimbábue com dores nas costas, aos 25 minutos do 1.º tempo. Dunga minimizou a contusão dizendo que o jogador voltaria em 3 dias, o que não ocorreu. Há 7 dias, ele está afastado das atividades normais da seleção, mas ninguém na comissão duvida da sua recuperação. (Págs. 1 e E4)

Foto legenda: Ensaio geral. Sul-africanos foram às ruas ontem munidos de vuvuzelas

Juro sobe 0,75 ponto e volta aos dois dígitos (Págs. 1 e Economia B3)
 


Linha 6 do Metrô vai desapropriar 350 imóveis (Págs. 1 e Cidades C1)
 


Ministério decide fazer Enem sem licitação (Págs. 1 e Vida A22)
 


´Estado´ e TV Gazeta farão debate presidencial (Págs. 1 e Nacional A12)
 


Notas & Informações: Código Florestal
 

O homem comum é o menos lembrado no lamentável debate sobre a reforma do Código Florestal. (Págs. 1 e A3)

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Jornal do Brasil
 


 

Manchete: Brasil tira máscara da ONU
 

Voto contra sanções ao Irã expõe falência do Conselho de Segurança sob controle dos EUA

A decisão do Conselho de Segurança da ONU, que impôs novas sanções contra o Irã por 11 votos a 2, foi encarada pelo governo brasileiro como uma "vitória de Pirro" dos EUA e expôs o fracasso do organismo internacional como um fórum imune aos interesses hegemônicos. A vitória da pressão americana já era esperada por Brasil e Turquia, os únicos a votarem a favor do acordo com o país persa, que fora incentivado antes da assinatura em Teerã pelo próprio presidente Barack Obama. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, acusou: "O Brasil pode ser independente por não dever ao FMI”. Ele lamentou os prejuízos ao promissor comércio bilateral com Teerã. (Págs. 1 e Tema do dia A2 e A3)

Copom pisa no freio e eleva juros
 

Um dia após o anúncio do crescimento do PIB brasileiro, o Comitê de Política Monetária do Banco Central continuou pisando no freio do crescimento ao anunciar a elevação da taxa básica de juros para 10,25% ao ano. (Págs. 1 e Economia A12)

Crack já substitui vício da cola
 

Jovens de comunidades carentes são as vítimas mais imediatas do crack, que, segundo especialistas, substitui o vício da cola. Outra ligação da droga com os mais pobres é o seu baixo preço. (Págs. 1 e Vida, Saúde & Ciência A16)

Jornais ainda serão mais essenciais
 

Kevin Roberts, presidente da agência de publicidade Saatchi&Saatchi, em visita ao Brasil, garante: os jornais impressos continuarão sendo a fonte essencial de informação, mais do que a internet. (Págs. 1 e País A6)

Além da Nestlé, a Kellogg´s
 

O Ministério Público de São Paulo ajuizou ação civil pública contra a Nestlé e a Kellogg´s, por considerar que as empresas usam personagens do imaginário infantil na publicidade e em embalagens. (Págs. 1 e Economia A13)

PMDB sugere programa ao PT
 

O presidente do PMDB, deputado Michel Temer, nome mais provável para vice de Dilma Rousseff, entregou ontem à pré-candidata do PT um documento com sugestões para o que chamou de presidencialismo de coalizão. (Págs. 1 e País A4)

Turco dá golpe em brasileiros
 

Músicos e dançarinos de um grupo carioca de cultura afro-brasileira, oito pessoas tentam deixar a Turquia após calote e ameaças de morte recebidos de empresário turco. A família suspeita de tráfico e lavagem de dinheiro. (Págs. 1 e Cidade A8)

Tragédia no mar, prejuízo na bolsa
 

O governo dos EUA perdeu a paciência com a British Petroleum, e deu prazo de 72 horas para que a petrolífera apresente um plano detalhado de contenção do vazamento. O preço de ações da BP despencou em Nova York. (Págs. 1 e Internacional A14)

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Correio Braziliense
 


 

Manchete: Arrastão do crime em carros e ônibus no DF
 

Roubo de veículos e assalto em coletivos aumentam nos primeiros quatro meses do ano, na comparação com o mesmo período de 2009. Total de delitos cometidos no quadrimestre, no entanto, caiu 6,7% (Págs. 1 e 38)

Em alta: BC aumenta a taxa de juros
 

Um dia após festejar o crescimento do PIB, o governo reajusta a Selic em 0,75 ponto percentual, para segurar a inflação. Índice chega a 10,25% ao ano. (Págs. 1 e 18 a 20)

Cerco ao Irã: ONU aprova sanções
 

Apenas Brasil e Turquia votam a favor do regime de Teerã na questão nuclear. Ahmadinejad vai jogar medidas “no lixo”. (Págs. 1 e 28)

Estelionato: Suspeito de matar socióloga é preso
 

A polícia prendeu um suspeito de matar a servidora do CNPq Elzamir Gonzaga. Segundo as investigações, ela morreu após descobrir que havia caído no golpe de um empréstimo de R$ 80 mil. No dia do crime, de acordo com amigos, a socióloga comentou que iria resolver o problema do financiamento involuntário. (Págs. 1, 40 e 41)

Eleições: De inimigos a aliados
 

PT e PMDB relevam as históricas diferenças no DF, reproduzem a aliança nacional e compõem chapa para as eleições de outubro. Agnelo Queiroz e Tadeu Filippelli farão dobradinha na corrida ao Buriti. (Págs. 1 e 35)

Fim da ópera: Orquestra Sinfônica afasta o maestro
 

Os músicos da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro decidiram, em assembleia, romper o vínculo com o regente Ira Levin. Ele recebia salário de R$ 40 mil de associação beneficiada por meio de emendas parlamentares, de autoria da distrital Eurides Brito. A deputada da bolsa é sogra de Ira Levin. (Págs. 1 e 36)

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Valor Econômico
 


 

Manchete: Emissão de estatais impacta câmbio
 

O mercado financeiro começou a fazer contas para avaliar o impacto que a emissão de ações do Banco do Brasil e da Petrobras poderá ter no mercado de câmbio. Espera-se que a transação do BB chegue a US$ 5 bilhões e que a capitalização da Petrobras - que estava sendo votada no Senado ontem à noite - envolva US$ 25 bilhões dos minoritários. Parte ainda não definida desse total viria dos investidores externos. Para analistas, dado o potencial de ingresso de dólares no país, o câmbio poderia voltar a R$ 1,70 no fim do ano. Ontem, fechou a R$ 1,848.

Especialistas estimam que aproximadamente 50% dos recursos viriam de investidores estrangeiros, o que poderia significar um fluxo extra de US$ 15 bilhões ao país. Há investidores externos, no entanto, que venderam ações de companhias brasileiras e não tiraram seus recursos do país, guardando liquidez em reais para comprar as novas ações da Petrobras e do BB. Parte do fraco desempenho da bolsa brasileira estaria relacionado a isso. Além do fluxo externo inerente a essas transações, a capitalização das duas gigantes estatais, se bem-sucedida, atrairia mais dólares por conta do otimismo maior do mercado com o Brasil. (Págs. 1 e C2)

Bancos ainda precisam de muitos bilhões
 

Os grandes bancos internacionais vão precisar de capital adicional de bilhões de dólares por causa de sua exposição a dívidas soberanas, deficiência de funding e grande necessidade de refinanciamento nos próximos anos. A avaliação é do Instituto Internacional de Finanças (IIF), em relatório confidencial ao qual o Valor teve acesso, e que foi alvo de comentários de banqueiros em Viena, durante encontro promovido pela entidade, que representa os maiores bancos do mundo.

Segundo o relatório, os bancos europeus têm a maior necessidade de recursos. Nos bancos americanos, a deficiência acumulada desde o início de 2007 é de US$ 580 bilhões, consideravelmente menos que o US$ 1,4 trilhão no pico de dezembro de 2008. (Págs. 1 e C12)

Foto legenda: Reabilitação em andamento
 

A falta de capital de giro dificulta a retomada dos negócios pela Agrenco, em recuperação judicial desde outubro de 2008. Mas seu novo presidente, Valdenir Soares, está otimista: "É possível dizer que a entrada em operação da Agrenco não é mais apenas um plano, é uma realidade". (Págs. 1 e B14)

Para os EUA, auditoria falha no Brasil
 

Especialistas americanos identificaram "falhas" em trabalhos de auditoria feitos pela Deloitte no Brasil. Foi a primeira inspeção no país do Conselho de Supervisão de Contabilidade de Companhias Abertas, criado em 2002, depois de escândalos empresariais. As outras grandes do setor - PwC, KPMG e Ernst & Young - também foram avaliadas, mas os resultados não foram divulgados. Procurada pelo Valor, a Deloitte contestou as observações, alegando que se tratam de "julgamentos profissionais". (Págs. 1 e D4)

O dinheiro que não rola nos campos da Copa do Mundo
 

Tempo é dinheiro, e essa é uma medida a ser também aplicada a uma das melhores diversões do planeta, a Copa do Mundo, que começa amanhã. Estima-se que pelo menos 1 bilhão de pessoas assistirão aos jogos, o que, para os economistas, significa que um número muito grande de pessoas não estará produzindo nada. O International Institute for Management Development, de Lausanne (Suíça), abriu um debate sobre se as empresas deveriam ou não parar o trabalho para que seus funcionários vejam a Copa.

Os argumentos a favor, do pesquisador Karsten Jonsen, seguem o bom senso, o politicamente correto e são respeitáveis. Os contrários, de Willem Smit, são antipáticos, mas interessantes. Ele fez as contas e concluiu que alegrias e tristezas da Copa subtrairão US$ 10,4 bilhões à produção dos 32 países participantes, em uma hipótese realista. Detalhe: as contas de Smit não levam em conta a última fase da Copa, a mais emocionante, mas apenas os primeiros 48 jogos. (Págs. 1 e A2)

Autopeça importada abre disputa
 

O governo terá de tomar uma decisão difícil sobre o redutor de 40% aplicado na tarifa de importação de autopeças há 11 anos. Os fabricantes nacionais e os representantes dos metalúrgicos do ABC querem o fim do redutor para proteger a indústria e os empregos locais. As montadoras, por sua vez, ameaçam até transferir linhas para a Argentina se não puderem contar mais com incentivos para importar componentes. Uma queda de braço está em curso nos bastidores da equipe econômica. (Págs. 1 e A4)

A partir do Brasil, GlaxoSmithKline reduz preços de remédios nos países emergentes (Págs. 1 e B8)
 


Copom eleva Selic em 0,75 ponto percentual, para 10,25% ao ano (Págs. 1 e C2)
 


Preservação ambiental
 

Estudo que será divulgado hoje pelo Imazon mostra que a repressão ao comércio ilegal, a crise internacional e a substituição de materiais na construção reduziram a atividade madeireira na Amazônia. (Págs. 1 e A2)

STF adia decisão sobre quintos
 

Pedido de vista suspende julgamento de “esqueleto” bilionário no Supremo Tribunal Federal, mas questão processual tende a favorecer reivindicação de servidores. (Págs. 1 e A5)

Serviços ainda puxam inflação
 

Depois de quatro meses em alta, os preços dos alimentos desaceleram e o IPCA encerrou maio com elevação de 0,43%, ante 0,57% em abril, mas o setor de serviços ainda pressiona. Em 12 meses, a alta é de 6,8%. (Págs. 1 e A16)

Consumidor paga o pato
 

Disputas sobre patentes entre fabricantes de smartphones podem chegar à Justiça dos EUA e elevar os preços dos celulares para o consumidor. (Págs. 1 e B2)

Leilão de transmissão
 

Leilão de linhas de transmissão, marcado para amanhã, deverá contar com empresas espanholas, apesar da crise na Europa que levou à venda de ativos no Brasil. (Págs. 1 e B9)

Transgênico de segunda geração
 

Quatro anos após ser lançado nos EUA, o milho transgênico de segunda geração da Monsanto chega ao Brasil a partir da safra de verão, com plantio em outubro. (Págs. 1 e B14)

Bolsa dribla a Copa
 

Na primeira Copa do Mundo após a união das bolsas brasileiras, a BM&FBovespa decidiu que não vai interromper as operações durante os jogos da seleção brasileira. (Págs. 1 e C5)

Ideias
 

Javier Santiso
Grandes eventos esportivos na África e no Brasil apontam para uma era de prosperidade para os emergentes. (Págs. 1 e A15)

Ideias
 

Fábio Wanderley Reis
Papel do Brasil no acordo com o Irã mostra que multipolaridade favorece uma política internacional mais responsável. (Págs. 1 e A15)

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Jornal do Commercio
 


 

Manchete: Festa na África
 

Acontece hoje a abertura oficial da Copa da África do Sul. (Pág.1)

Federais presos por suborno nas estradas (Pág. 1)
 


Enem abre inscrições no próximo dia 21 (Pág. 1)
 


Taxa de juros (Pág. 1)
 


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- Buya




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