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BALAIO DO BUYA
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Dizimista 297

 

 
 
Edição nº 297, de 31  de outubro  de 2010
 
O mundo mágico da Internet
Pirassununga - SP
O site que está bombando na rede
O Dizimista– Primeiro jornal virtual de Pirassununga
A palavra que você não ouve, a notícia que você não lê, a realidade que você não enxerga.
 
 
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS
 
31 de outubro de 2010
O Globo
 
Cartas dos brasileiros
Educação, saúde e segurança são os temas mais citados em textos destinados ao presidente que será eleito hoje

Sonhos, expectativas e cobranças se misturam em cartas escritas por 26 brasileiros ao novo titular do Palácio do Planalto, que será eleito hoje. A educação foi o tema mais frequente, citado em 16 textos. Segurança, saúde e habitação também fazem parte das preocupações desses brasileiros, espalhados por Rio, São Paulo, Brasília e Recife. Entre eles, uma analfabeta de 60 anos, que teve de ditar sua carta e "assiná-la" com a impressão digital. Entre dificuldades e problemas, um sentimento comum: o de que o país precisa e pode oferecer melhores condições de vida à população. Moradora de um barraco no Rio, Carla Regina dos Santos cobra desenvolvimento com um pedido inusitado: tirar do Hino Nacional a frase "deitado eternamente". "Quem está deitado está morto ou dormindo", explica. "Não quero voltar a ver o futuro das crianças e jovens ameaçado pela injustiça do não saber, não comer, não viver com dignidade", resume a socióloga Sevy Madureira, de Recife. (Págs. 1, 12)

Saúde: A caminhoeira Rita de Cássia de Lince, de 60 anos, reclama do atendimento no serviço público de saúde: "O povo está sofrendo na fila dos hospitais".

Segurança: O feirante André Luiz Alves foi um dos que reclamaram da falta de segurança. Ele pediu um "país sério, com memória e inteligência".

Crescimento: Carla Regina, do Rio, sonha com um país desenvolvido, não comodista: "Que possamos ressuscitar o Brasil pátria amada".

Educação: Para Vanessa de Oliveira, a educação transforma a qualidade de vida. Ela apelou por mais controle de bullying: "Existem crianças chegando à morte". (Págs. 1, 12)
Presidente eleito terá desafio de informalidade
Incorporada à vida do brasileiro em áreas como habitação, transportes e comércio, a informalidade desafia o próximo presidente. A economia subterrânea gira R$ 600 bi por ano. (Págs. 1, 13 a 16)
Uso da máquina, a marca da campanha
A disputa presidencial termina com a marca do uso da máquina federal para impulsionar a candidata Dilma Rousseff. Sob a tática de "agendas casadas", que juntavam no mesmo dia eventos oficiais e de campanha, o presidente Lula e seus ministros percorreram o país nos últimos meses, defendendo o voto na ex-chefe da Casa Civil. Apenas este mês, a agenda oficial do presidente registra em 12 dias "compromissos privados", codinome para evento de campanha. (Págs. 1, 38)
Uma polêmica de R$ 60 bi para o próximo presidente
Com custo de R$ 60 bilhões, três das maiores e mais polêmicas obras do PAC ficam para o presidente eleito: a transposição do São Francisco, a hidrelétrica de Belo Monte e o trem-bala. (Págs. 1, 18 e 19)
Elio Gaspari
A pobreza da campanha no 2º turno criou terreno fértil para uma perigosa radicalização. (Págs. 1, 39)
Caetano Veloso
Anulo meu voto porque considero isso um reforço ao voto dado a Marina. (Pág. 1, Segundo Caderno)
Merval Pereira
Presidente eleito hoje terá a inadiável tarefa de desarmar a radicalização política de Lula. (Págs. 1, 4)
Ancelmo Gois
Ministros foram convidados para comemorar a vitória hoje em hotel de Brasília. (Págs. 1, 48 e 49)
Artur Xexéo
A primeira eleição em que levei o voto a sério foi a de Nelson, Danton e Farah. (Pág. 1, Revista O Globo)
Míriam Leitão
Ao final da eleição, o que se pode ouvir é a informação de que ninguém é dono do Brasil. (Págs. 1, 52)
Charge do Chico (Capa)
Pág. 1
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Folha de S. Paulo
 
Dilma deve ser 1ª mulher eleita presidente, indica o Datafolha
Vantagem de petista sobre Serra em votos válidos é de 10 pontos. Tucano só lidera no Sul

Dilma Rousseff (PT) deve se tornar hoje a primeira mulher eleita á Presidência do Brasil. Pesquisa Datafolha feita ontem e anteontem revela que a candidata de Lula tem 55% das intenções de votos válidos. Seu rival, José Serra (PSDB), tem 45%. Segundo o levantamento, a vantagem de Dilma é maior entre os homens, os eleitores com ensino fundamental, os que ganham até dois salários mínimos e no Nordeste. Na divisão do país por regiões, o tucano vence apenas no Sul (50% a 42%).
Serra lidera com folga entre o eleitorado com nível superior e aqueles que recebem acima de dez mínimos. Nas pesquisa, foram feitas 6.554 entrevistas em 257 cidades. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. (pág. 1 e Eleições 2010)
Análise
Disputa remete a 1989, escrevem Mauro Paulino e Alessandro Janoni. (Pág 1 e 5)
Eleições 2010
Cheque as propostas dos presidenciáveis para 20 setores (Págs. 8 e 9)
Eleitor escolhe Dilma por Lula e Serra, por sua experiência (Pág. 6)
 
Confira respostas às suas dúvidas sobre a votação de hoje (págs.1 e 12)
 
Petistas e tucanos encerram campanha em Minas Gerais (Págs. 1 e 3)
 
Dilma Rousseff
Gerações sonharam poder viver disputas como a de hoje (Págs 1 e A3)
José Serra
Este é o momento de juntar pessoas para o diálogo (Págs.1 e A3)
Editoriais
Leia: "Iguais e diferentes", que comenta a disputa pela Presidência, entre Dilma e Serra, e as perspectivas do próximo governo. (Págs.1 e A2)
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O Estado de S. Paulo
 
Brasil vai às urnas para escolher sucessor de Lula
No segundo turno, eleitor decide entre a governista Dilma e o opositor Serra

Eleições 2010 - Quatro semanas após o primeiro turno, o Brasil volta hoje às urnas, em 5.565 cidades, para escolher entre Dilma Rousseff (PT), de 62 anos, e José Serra (PSDB), de 68, quem sucederá ao presidente Lula. Os 135,8 milhões de eleitores decidirão se os oito anos da era Lula devem prosseguir, comandados por sua candidata, ou se está na hora de interrompê-los e trazer de volta a oposição. Também em segundo turno definem-se o governador no Distrito Federal e em oito Estados - Alagoas, Amapá, Goiás, Pará, Paraíba, Piauí, Rondônia e Roraima. É esperada uma abstenção em torno de 20%, impulsionada pelo cansaço do eleitor com uma companhia muito longa e pelo feriadão. Não se repete, agora, a expectativa do primeiro turno, seja pela qualidade da campanha, que derivou para fortes acusações mútuas sobre corrupção e temas religiosos, afastando muitos eleitores, seja pela pouquíssima discussão sobre programas - nenhum candidato disse o que fará com o alto endividamento do governo, com o câmbio e com os juros. Além disso, Dilma manteve confortável vantagem nas pesquisas de intenção de voto. (Págs 1, Caderno Especial)
Colunistas: Dora Kramer
Campanha reproduziu com exatidão o clima de guerra que Lula idealizou (Págs. 1, H9)
João Bosco Rabello
Fim da corrida deflagra especulações sobre o futuro de forças políticas (Págs. 1, H8)
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Jornal do Brasil
 
Agora é pra valer!
Depois da maratona de campanha, Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) saberão hoje qual dos dois conquistou a maioria dos 135.804.433 eleitores brasileiros. Como eles, nove candidatos a governador terão seu dia D. É a festa da democracia, que, para alguns, não vale mais que uma viagem no feriado, mas que leva muitos a irem às urnas mesmo em outros países. Famosos e anônimos, engajados ou não, todos terão amanhã um novo presidente. Você fica por dentro de tudo nas páginas 2, 3, 5, 6, 7, 8, 13, 25, 26, 29 e 30.
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Correio Braziliense
 
Vote hoje, cobre amanhã
Mais de 135 milhões de brasileiros voltam às urnas neste domingo para definir quem será o futuro presidente do país. A partir das 20h30, acredita o Tribunal Superior Eleitoral, a apuração já estará avançada o suficiente para que se conheça o vencedor. Será o momento de reunir as promessas de campanha e o programa de governo do vitorioso, que deverão ser colocados em prática nos próximos quatro anos. Pouco discutidas e formalizadas ás vésperas do segundo turno, as propostas de Dilma e Serra têm diferenças importantes e muitos pontos a ser detalhados. (Págs. 1, 4 e 5)
Saúde e segurança, os desafios do próximo governador
Hospitais em condições precárias e avanço da criminalidade são apenas dois dos problemas que o futuro ocupante do Buriti terá de resolver. O transporte público caótico, a escalada do crack e a infraestrutura deficiente também aguardam o eleito, seja Agnelo, seja Weslian. (Págs. 1, 36 e 37)
Efeitos colaterais
A indústria de medicamentos vive um momento perigoso para o consumidor: o recall de remédios. Saiba quais foram recolhidos e entenda como funciona esse processo. (Revista do Correio, Capa e páginas 22 a 27)
A costura de Cristina
Depois da morte do marido, Néstor Kirchner, a presidenta da Argentina terá uma complicada missão: driblar algumas figuras importantes do poder local para liderar o peronismo e lutar pela reeleição em 2011. (Págs. 1, 26)
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Estado de Minas
 
Manchete : Você decide
Dilma ou Serra? A decisão de eleger o 36° presidente da República será de cada um de nós. Branco, preto, rico, pobre. Diante da urna somos todos iguais. Por isso, não se deixe influenciar por mentiras, pressões, pesquisas. Pense grande porque hoje é dia de fazer história. Pense na democracia, no futuro que você quer para o Brasil e honre o seu voto.(Págs. 2 a 11, 14 a 20)
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Jornal do Commercio
 
Nas mãos do Brasil
O País escolhe hoje, entre Dilma Rousseff e José Serra, o novo presidente da República. São 135.804.433 eleitores aptos a votar. Perigo de abstenção alta preocupa as duas campanhas. Lei seca e proibição da boca de urna continuam valendo. (Pág. 1)
Pesquisas favorecem Dilma (pág. 1)
 
Em Minas, o último esforço (pág. 1)
 
Briga é boa pelos governos (pág. 1)
 
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Veja
 
Ele sairá da Presidência, mas a Presidência sairá dele? (Pág. 1)
 
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Época
 
O eleitor entrevista Dilma
Ela fala de seus planos para educação, saúde, meio ambiente - e também sobre corrupção na Casa Civil, reforma trabalhista, aborto...

"Não retomamos as estatais vendidas porque respeitamos contratos"

Dilma Rousseff, em resposta aos leitores de Época
(Pág. 1)

E mais: O eleitor entrevista Serra (pág. 1)
 
Pesquisa exclusiva
Como o brasileiro vê o futuro do país (Pág. 1)
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ISTOÉ
 
PSDB versus PT-- O confronto entre os dois estilos de governo
Os dois partidos já comandaram o País por oito anos cada um. Saiba quais foram as diferenças dessas gestões e tenha mais dados na hora da decisão. (Pág. 1)
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ISTOÉ Dinheiro
 
O PC morreu! Vida longa aos tablets
O Ipad e seus similares, que estão dizimando os computadores pessoais no mundo inteiro, vão desembarcar no Brasil. Na vida empresarial, as máquinas da Apple, da Samsung e de outras grandes marcas provocam uma revolução: são usadas por equipes de vendas, altos executivos e nos treinamentos corporativos. (pág.1)
Eleições: os ajustes finais nas campanhas de Dilma e Serra (pág. 1)
 
Petróleo
Um novo sonho bilionário brasileiro, que sonha em ser o Eike Batista de amanhã (pág.1)
Finanças
A gaiola dourada de Armínio Fraga, que vendeu a Gávea para o JP Morgan (pág.1)
Carreira: As empresas brasileiras pagam mais que as multinacionais (pág.1)
 
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EXAME
 
Empresas fortes, país forte
Aqui vai um recado para o próximo presidente do Brasil: é o setor privado, não o governo, o motor da prosperidade. (pág.1)
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Zero Hora
Dilma e Serra aos gaúchos
A pedido de ZH, os candidatos escrevem do próprio punho uma mensagem a 8 milhões de eleitores que neste domingo vão ajudar a definir o futuro do Brasil. (Págs.1, 6)
A análise de Rosane de Oliveira (Págs. 1, 4 e 5)
 
Os artigos de Dilma e Serra em ZH (Págs. 1, 23)
 
O 2º turno no rádio, na TV e na web (Págs. 1, 17)
Frases da semana
As pessoas estão cansadas desse vale-tudo

Senadora Marina Silva (PV-AC),justificando sua neutralidade no segundo turno das eleições. (Págs. 1, 24)
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Repasse: se nos anos 40 existisse internet, Hitler não teria assassinado milhões de judeus.
 
Buya neles!!!
 
 
- Buya




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