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BALAIO DO BUYA
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Dizimista 302

 

 
 
Edição nº 302, de 05  de novembro  de 2010
 
O mundo mágico da Internet
Pirassununga - SP
O site que está bombando na rede
O Dizimista– Primeiro jornal virtual de Pirassununga
A palavra que você não ouve, a notícia que você não lê, a realidade que você não enxerga.
 
 
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS
 
05 de novembro de 2010
O Globo
 
Manchete: De Silva para Rousseff: Educação segura avanço do Brasil em ranking da ONU
País sobe no IDH, mas é lanterna, com o Zimbábue, em anos de estudo

O Brasil subiu quatro posições no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), das Nações Unidas, passando do 77º para o 73º lugar no ranking, entre 169 países. Mudanças na metodologia para calcular o bem-estar da população mundial, no entanto, impediram que o Brasil avançasse mais. O pior desempenho foi o da educação, que passou a ser apurado pela média de anos de estudo e pela expectativa de escolaridade. Antes, era pela taxa de analfabetismo e matrículas nos três níveis de ensino. Pelo novo critério, o Brasil tem hoje a mesma média de anos de estudo que o Zimbábue, o país africano com o pior IDH do mundo. A ONU também criou um conceito amplo de desigualdade, que, além da renda, passa a considerar saúde e educação. Nesse quesito, o Brasil fica em 88º lugar, recuando 15 posições no ranking geral. (Págs. 1 e 31 a 34)

Foto legenda: Jéssica Miranda, de 13 anos, repetiu o 6º ano. A seu lado, a mãe Marilúcia, que usa o Bolsa Família para pagar a explicadora

Para Dilma, está bem encaminhado

A afirmação da presidente eleita, Dilma Rousseff (PT), às vésperas da divulgação do IDH, de que a educação não será uma de suas prioridades, pois estaria "muito bem encaminhada", provocou reações de especialistas. Eles concordam que houve avanços, mas pedem ações planejadas para reduzir o analfabetismo, aumentar a escolaridade e ampliar os investimentos no setor para 7% do PIB.

A vitória na eleição brasileira catapultou Dilma para o posto de 16ª personalidade mais poderosa do mundo, à frente de Sarkozy e Hillary Clinton, segundo a revista "Forbes". (Págs. 1,0 14 e 32)

O desafio do Enem para 4,6 milhões de estudantes

Cerca de 4,6 milhões de estudantes em 1.800 cidades estão inscritos para as provas do Enem, amanhã e domingo. O exame vai substituir o vestibular de pelo menos 83 instituições de ensino federais e estaduais. Em outras, o Enem não é a única forma de seleção, mas ajuda na classificação dos estudantes. As provas começam as 13h, e é preciso chegar com uma hora de antecedência. (Págs. 1 e 15)

População brasileira dobrou em 40 anos (Págs. 1 e 34)
Governadores reabrem pressão por CPMF
Com apoio do tucano Antonio Anastasia (MG), aliado de Aécio Neves, os governadores do PSB, do grupo da presidente eleita, Dilma Rousseff, abriram ontem oficialmente a nova temporada de pressões pela volta da CPMF, o chamado imposto do cheque, derrubado pelo Congresso há três anos. Na reunião do PSB, o governador reeleito do Ceará, Cid Gomes, lançou o nome de Aécio para presidir o Senado. O ex-governador prometeu oposição civilizada a Dilma. (Págs. 1, 3 a 12, editorial “O equívoco da pressão pela volta da CPMF" e Dos Leitores)
Obama acena à oposição, que já pensa em 2012
Na tentativa de negociar sua agenda política com os republicanos, o presidente dos EUA convocou oito principais líderes dos dois partidos para um jantar, mas o aceno conciliador não recebeu acolhida da oposição. O líder da minoria republicana no Senado, Mitch McConnell, deixou clara a determinação da oposição de fazer o máximo para impedir a reeleição de Obama em 2012. O presidente agora corre para aprovar leis antes da posse dos republicanos. (Págs. 1, 41 e 42)

Efeito Fed: dólar no Brasil cai mais 1,35% (Págs. 1 e 35)
Cuba já tem seminário para formar padres
Num novo sinal de que as relações entre governo e igreja melhoraram, o presidente de Cuba, Raul Castro, inaugurou o primeiro seminário em 50 anos na ilha. A Igreja atuou intensamente na libertação de presos políticos. (Págs. 1 e 43)
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Folha de S. Paulo
 
Manchete: ´Rei morto´, Lula diz que negociará reforma em 2011
Um dia após dizer que não vai interferir no governo Dilma, presidente promete ´atuar como leão´ em mudança política

Um dia após afirmar que não vai interferir na gestão de Dilma Rousseff ("rei morto, rei posto"), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que pretende emplacar a reforma política no primeiro ano do novo governo.

Em reunião ministerial no Planalto, Lula prometeu atuar dentro do PT e negociar com aliados e com a oposição. O presidente quer financiamento público de campanhas e voto em lista fechada, pontos polêmicos.

"O presidente disse que vai atuar como um leão na reforma política", afirmou o ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais). Lula declarou à sua equipe que dará palpites durante a gestão de Dilma. (Págs. 1 e A6)
Brasil e emergentes atacam medida do Fed
O Brasil e outros países emergentes atacaram a decisão do Fed (BC dos EUA) de injetar na economia americana US$ 600 bilhões. Para o presidente Lula, a ação revela falta de solidariedade, e
"mediocridade política" e "irresponsabilidade".

Teme-se que a medida gere grande fluxo de dinheiro para fora dos EUA, valorizando moedas de emergentes e levando a perda de sua competitividade. (Págs. 1 e B1)

Análise Para o economista Mohamed El-Erian, Fed assumiu risco de que ação pode dar errado. (Págs. 1 e B3)
Cotidiano: Alunos criticam proibição de lápis durante o Enem (Págs. 1, C4 e C5)
 
Ministério Público investiga se aluna foi racista na web
O Ministério Público Federal abriu investigação para apurar se a estudante de direito Mayara Petruso cometeu crime de racismo. Simpatizante de José Serra, ela postou que seria "um favor" afogar os nordestinos, "responsáveis" pela eleição de Dilma Rousseff. (Págs. 1 e A9)
Eliane Cantanhêde
´Bem conduzida´ segundo Dilma, educação é ponto fraco, mostra IDH (Págs. 1 e A2)
Guerrilha só tem solução pela via militar, diz Ingrid
A ex-senadora colombiana Ingrid Betancourt, que foi refém das Farc durante seis anos, afirmou que não há solução para a guerrilha que não seja militar. "Quando houve negociações, houve fracasso", declarou ela, que veio ao Brasil lançar o livro "Não Há Silêncio que Não Termine". (Págs. 1 e A20)
Editoriais
Leia “O PMDB lá” sobre a aliança partidária de apoio ao novo governo; e "Gasto eleitoral", que comenta os crescentes custos de campanha no Brasil. (Págs. 1 e A2)
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O Estado de S. Paulo
 
Manchete: Metade dos governadores quer CPMF
´Estado´ ouviu 19 dos 27 eleitos e 13 se dizem a favor da volta do imposto para financiamento da saúde. Entre eles está o tucano Antonio Anastasia, de MG


Pelo menos 13 dos 27 governadores eleitos defendem a recriação de um imposto nos moldes da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), extinta pelo Senado em 2007.

Apesar de cinco governadores de oposição - dois do DEM e três do PSDB - se dizerem contra a medida, o mineiro Antonio Anastasia (PSDB) apoia a iniciativa: "A saúde é a chamada política pública de demanda infinita", disse. O Estado procurou os 27 governadores que continuarão no cargo ou tomarão posse em janeiro. Desses, quatro não foram localizados e quatro não quiseram se manifestar. O novo movimento em favor de um tributo para financiar a saúde pública tem a frente os seis governadores eleitos pelo PSB, partido da base de apoio do presidente Lula. (Págs. 1 e Nacional A4)

Oposição. Em nota, o DEM repudiou o plano de recriação da CPMF. Para a OAB, a ideia é "retrocesso". (Págs. 1 e A4)
IDH do Brasil avança, mas desigualdade é entrave
País sobe quatro posições em um ano; no entanto, quando a ONU considera a distribuição de renda, média cai

O Brasil foi o país que mais avançou no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) das Nações Unidas. Ocupa a 73ª colocação, entre 169 países - desempenho suficiente para que ele integre o grupo de nações consideradas de desenvolvimento humano elevado. Além do Brasil, outros 25 melhoraram a classificação. No entanto, quando são levadas em conta as desigualdades regionais - como a concentração de riqueza em uma parcela pequena da população, ou a falta de acesso universal a educação, saúde de qualidade ou saneamento básico -, o País perde 15 posições. Este segundo ranking, batizado de IDH-D, foi elaborado pela primeira vez neste ano, e por isso não é possível fazer comparações. No Brasil, 85% da população sofre de pobreza multidimensional (em várias áreas). (Págs. 1 e Vida A28 a A30)

Foto legenda: Renda. Com R$ 850, a auxiliar de produção Paula de Sena paga a faculdade e as despesas com o filho Gabriel
Pacote dos EUA derruba o dólar e anima a bolsa
No dia seguinte ao anúncio de que o Federal Reserve (o banco central americano) vai usar mais US$ 600 bilhões para tentar reanimar a economia dos EUA, o mercado global viveu uma espécie de "flight to risk" ou voo para o risco. É um movimento oposto ao conhecido
"flight to quality", que ocorre quando os investidores, em meio à tensão, se refugiam em ativos considerados seguros. Commodities, ações e moedas de países emergentes valorizaram-se mundo afora. No Brasil, o maior efeito foi sentido câmbio, com o dólar fechando em R$ 1,676, após a maior queda diária em cinco meses. O Ibovespa avançou 1,52%, para 72.995 pontos. (Págs. 1 e Economia B1)
Oposição se articula para Obama ter um só mandato
Republicanos temem que Barack Obama repita Bill Clinton, reeleito mesmo após os democratas terem perdido o controle da Câmara das Deputados e do Senado em 1994. (Págs. 1 e Internacional A18)
Já somos 185.712.713 brasileiros
Censo 2010. IBGE divulga resultado preliminar. (Págs. 1 e Vida A23 e A24)
No México, SIP vai discutir violência
De hoje até terça-feira, a Sociedade Interamericana de Imprensa realiza sua assembleia anual em Yucatán, no México, considerado hoje o país mais perigoso para jornalistas. (Págs. 1 e Internacional A21)
Alckmin busca apoio para trens rápidos (Págs. 1 e Cidades C1)
 
Lula estuda se candidatar à FAO (Págs. 1 e Nacional A6)
 
Dora Kramer: Demanda de aluguel
Não é necessário exercício muito elaborado de observação e dedução para perceber que é de Lula a ideia de pôr a CPMF de volta na agenda. (Págs. 1 e Nacional A8)
Notas & Informações: Dólares perigosos
Pode custar caro ao Brasil a decisão do Fed de lançar US$ 600 bilhões em circulação. (Págs. 1 e A3)
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Jornal do Brasil
 
Manchete: Cracolândia a 600 metros da PM e do Sambódromo
Viciados assaltam e ameaçam estudantes e pais

Normalmente restrito ao interior das favelas ou a áreas isoladas dos subúrbios, o consumo do crack agora afronta a Polícia Militar e ameaça pais e alunos de uma escola municipal no Catumbi (Zona Norte do Rio). Debaixo do viaduto da Avenida 31 de Março, dezenas de dependentes se drogam à luz do dia e à noite também. Comerciantes e moradores relatam constantes assaltos, mas, ao que parece, os policiais que passam pelo local não agem. (Págs. 1 e Rio, 11 e 12)
Tucanos lavam a roupa suja, e Indio diz que incomodou (Págs. 1 e País, 2 a 5)



Obama tenta “manter pontes” com oposição no Legislativo (Págs. 1 e Internacional, 24 a 26)
 
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Correio Braziliense
 
Manchete: Bandarra denunciado por crime de corrupção
Ex-chefe do Ministério Público do DF e promotora Deborarh Guerner são acuasados na Justiça de envolvimento em esquema de propina. Arruda, Durval Barbosa e Edson Sombra fazem acareação

Cinco dias após as eleições, o fantasma da Operação Caixa de Pandora volta a assombrar o poder em Brasília. O Ministério Público Federal apresentou denúncia contra Leonardo Bandarra, ex-procurador-geral de Justiça do DF, e a promotora Deborah Guerner. Eles vão responder, no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, pelo crime de corrupção passiva durante o governo de José Roberto Arruda. Na manhã de ontem, Arruda participou de uma acareação com Durval Barbosa e Edson Sombra, autores das denúncias que levaram à mais profunda crise política do DF. O encontro entre os três, na condição de testemunhas, ocorreu por determinação do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que também investiga a conduta dos promotores suspeitos.

Sombra voltou a dizer que Arruda admitiu-lhe pagar uma mesada de R$ 150 mil a Bandarra, e Durval reafirmou ter pago R$ 1,6 milhão a Deborah Guerner. O esquema de corrupção teria começado na administração de Joaquim Roriz. (Págs. 1 e 27)
Brasil melhora renda, mas continua desigual
O país de 185 milhões de habitantes, segundo a última atualização do Censo, está dividido entre o atraso e o futuro. O Índice de Desenvolvimento Humano coloca o Brasil em 73º lugar, com imensos desafios a vencer. Um deles consiste em retirar da pobreza famílias como a de Maria Bethânia da Luz, moradora do Itapoã. A discriminação das mulheres no mercado de trabalho é outra barreira. Rejane Lima, promovida no emprego, prova que é possível reverter o quadro. Levantamento do Correio mostra que o Distrito Federal é a unidade da Federação mais povoada do país, com o maior crescimento demográfico desde 2000. (Págs. 1, 8 e 11 A 1)
Orçamento do DF: Servidor tem verba no limite
O GDF está próximo de atingir o teto para os gastos com a folha de pagamento do funcionalismo público. Para remunerar os 83.198 concursados e os 8.365 cargos comissionados, o governo local gasta 44,98% da receita líquida anual — o máximo permitido em lei é 44,55%. Essa situação pode inviabilizar reajustes salariais e contratações no governo de Agnelo Queiroz. (Págs. 1 e 25)
Governadores vão brigar pela CPMF (Págs, 1, 2 e Visão do Correio, 18)
 
Guerras Cambial: Dólar desaba e Brasil reclama
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, ameaçou protestar no G-20 contra as medidas anunciadas pelos Estados Unidos para aquecer a economia. A promessa de US$ 600 bilhões no mercado fez a moeda norte-americana cair a R$ 1,678. A reclamação de Mantega não sensibilizou os analistas, que aprovaram as medidas do Banco Central dos EUA. (Págs. 1, 14 e 15)
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Valor Econômico
 
Manchete: Dólar cada vez mais fraco desafia Brasil e emergentes
O intenso fluxo de dólares para o Brasil estava prestes a ultrapassar a barreira dos aumentos do IOF e reiniciar o processo de valorização do real no fim de outubro, antes de o Fed, o banco central americano, tomar a decisão de iniciar mais uma rodada de afrouxamento monetário. Com o anúncio na medida, anteontem, o obstáculo do IOF tornou-se claramente insuficiente e o dólar teve sua maior queda diária em relação ao real em 5 meses, de 1,35%, e fechou a R$ 1,678. A política de compra de até US$ 900 bilhões em títulos do Tesouro Americano pelo Fed provocou um salto em todos os tipos de ativos, de commodities a ações, e baixa da moeda americana. O Ibovespa fechou a 72.995 pontos e caminha para atingir seu recorde histórico, de 73.516 pontos, alcançado em 20 de maio de 2008.

A nova onda de apreciação cambial coloca mais pressão sabre a política dos países emergentes, especialmente sobre o Brasil, que tem uma das maiores taxas de juros do mundo e não pode contar com a ajuda da política fiscal no curto prazo. "A maior inflação nos emergentes é o resultado mais provável", diz Philip Poole, do HSBC em Londres. Thomas Mayer, economista-chefe do Deutsche Bank, concorda que no médio e longo prazos o afrouxamento monetário nos EUA provocará mais inflação, primeiro nos emergentes e, depois, nos países ricos. (Págs. 1, C2 e C8)
Dias tensos nos bastidores da Vale
Maior produtora de minério de ferro do mundo, a Vale apresenta resultados recordes, apesar da crise. No terceiro trimestre, lucrou R$ 10,5 bilhões. A receita anual cresceu de R$ 9,5 bilhões, em 2000, para R$ 48,5 bilhões no ano passado. Apesar disso, o homem que esteve a frente dessa grande transformação, o poderoso, admirado e temido CEO Roger Agnelli, nunca esteve tão na berlinda.

As decisões do executivo deixaram de ser prontamente referendadas pelos acionistas – Previ, BNDES, Bradespar e Mitsui. No Bradesco, causou desconforto, entrevista que ele concedeu na África a respeito dos boatos sobre sua saída da Vale. Ele disse que tudo teria origem em pressões de pessoas do PT que querem posições na companhia. Em entrevista ao Valor, o executivo explica o contexto da declaração e diz que não fez críticas ao partido nem ao governo Lula. Agnelli disse que seu cargo é dos acionistas e, de sua parte, entende que foi contratado para gerar resultados e os está entregando. (Págs. 1, B6 e B7)
Fundos que são mais que acionistas
É cada vez maior o número de fundos brasileiros que compram participações grandes em companhias para ter voz ativa, com assentos em conselho e proximidade com a gestão. Esses fundos, chamados de “ativistas", contam com o apoio de estrangeiros e ganharam força depois que mais empresas de controle disperso surgiram. A maioria deles diz que prefere a parceria construtiva com a empresa, embora os confrontos ainda surjam. E já há casos em que as próprias companhias procuram os fundos como parceiros. Foi o que aconteceu com a OdontoPrev, antes da associação com o Bradesco. Depois de convencer os acionistas "que seria melhor não distribuir parcela maior do caixa, a administração chamou alguns fundos como Dynamo e IP, para aconselhá-la na operação.

A revista "ValorInveste" circula hoje, com distribuição para assinantes do jornal e venda em bancas. (Pág. 1)
Walmart dá prioridade ao resultado
Novo presidente do Walmart no Brasil, Marcos Samaha quer manter o ritmo acelerado de crescimento adotado por seu antecessor, o cubano Hector Núñez. Nos quase três anos da gestão anterior, o número de lojas passou de 300 para 450. "Vamos abrir principalmente na periferia dos grandes centros e nas pequenas cidades", disse Samaha, que dará foco as bandeiras Maxxi e Todo Dia. Comprar um concorrente pode ser uma possibilidade, mas ele deixou claro que não fará isso a qualquer custo. "Não vou comprar ´share´ sacrificando a rentabilidade", afirma o executivo, ao ser questionado sobre a perda da mineira Bretas, que estava na mira da varejista, mas foi adquirida pela chilena Cencosud. "Nossa prioridade é entregar um bom resultado aos acionistas". (Págs. 1 e B4)

Foto legenda: Marcos Samaha, formado em psicologia, primeiro presidente brasileiro em 15 anos do Walmart no país: expansão sem sacrificar os lucros
STF reduz responsabilidade de dirigentes de empresas
Uma decisão do Supremo Tribunal Federal traz alívio para sócios e administradores cujos bens foram penhorados para o pagamento de dívidas tributárias das empresas que representam. Ao julgar inconstitucional o artigo 13 da Lei nº 8.620, de 1993 - que prevê a responsabilidade pessoal de sócios, gerentes e administradores por dívidas previdenciárias da pessoa jurídica -, o STF entendeu que a responsabilidade pelo tributo não pode ser de qualquer pessoa,
"exigindo-se relação com o fato gerador ou com o contribuinte".

Apesar de o artigo 13 da norma ter sido revogado no ano passado pela Lei nº 11.941, o julgamento é importante para os processos que tramitavam antes da nova legislação, principalmente para aqueles que respondem por outros débitos fiscais das companhias. Segundo tributaristas, pela amplitude do debate, o precedente poderá ser usado também para outros débitos e não apenas os do INSS. (Págs. 1 e E1)
Ceitec recebe R$ 500 milhões, mas atrasa produção de chips
Empresa pública federal ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, criada em 2008, a Ceitec já soma R$ 500 milhões de investimentos, mas ainda tem dificuldades para mostrar que é viável e possui capacidade para projetar, fabricar e comercializar chips no Brasil. O cronograma de lançamento da estatal está atrasado, o que o ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, atribui à gestão do presidente anterior da Ceitec, o alemão Eduard Weichselbaumer, que se demitiu em junho, e não foi encontrado pelo Valor para comentar sua saída.

"A Ceitec ainda precisa mostrar a que veio. Esse é o desafio dos próximos anos", diz Cylon Gonçalves da Silva, no comando da empresa desde agosto. Ele diz que o principal desafio é superar os constantes atrasos para iniciar a produção de chips, o que poderia ocorrer no fim de 2011. A transferência da tecnologia de fabricação está sendo negociada com a X-Fab, da Alemanha. Mas esse processo pode durar cerca de dois anos. (Págs. 1 e B3)
Aché adquire 50% da Melcon e entra na área de hormônios (Págs. 1 e B9)
 
Algodão caro pressiona fabricantes de roupa, diante de consumo fraco nos EUA (Págs. 1 e B11)
 
Filósofos e sociólogos discutem o Brasil de Dilma (Págs. 1 e Eu & Fim de Semana)
 
Magna cresce no Brasil
A Magna, maior fabricante de autopeças do Canadá, anuncia hoje a compra de ativos da mineira Resil, fornecedoras de estruturas e moldes para assentos. O negócio não inclui a área de extintores da brasileira. (Págs. 1 e B1)
Setal investe em estaleiro no RS
A Setal Óleo e Gás vai investir US$ 420 milhões em um novo estaleiro no porto de Rio Grande (RS). Com financiamento de 90% pelo Fundo da Marinha Mercante, a unidade deve entrar em operação em 2012. (Págs. 1 e B9)
Cyrela redesenha área popular
A Cyrela pretende reunir em uma única empresa a Living (sua divisão de baixa renda) e as construtoras Cury e Plano & Plano, nas quais já é sócia. Também busca investidores para entrar no negócio. (Págs. 1 e B9)
Bertin leva o Rodoanel
Com deságio de 63,3% sobre o preço Maximo para a turma de pedágio, o grupo Bertin arrematou os trechos Sul e Leste do Rodoanel paulista. (Págs. 1 e B10)
M.Cassab amplia produção
A M.Cassab vai construir mais uma fábrica de rações e suplementos para nutrição de bovinos, em Campo Grande, elevando a capacidade de produção em 75%. (Págs. 1 e B14)
BRF preocupa deputados
Relatório de subcomissão da Câmara criada para analisar a união de Sadia e Perdigão recomenda ao Cade e ao BNDES medidas para evitar a concentração excessiva no setor de processamento de carnes no país. (Págs. 1 e B14)
Bancos disputam Casas Bahia
Itaú Unibanco e Bradesco, nessa ordem são os principais candidatos ao contrato de exclusividade para assumir a carteira de financiamentos da Casas Bahia. O vencedor terá de pagar mais de R$ 580 milhões, prevê o vice-presidente de relações corporativas do Pão de Açúcar, Hugo Bethlem. (Págs. 1 e C1)
J. Malucelli avança na AL
A área de resseguros será o canal para o grupo paranaense J. Malucelli dar um salto na internacionalização de suas operações na América Latina. Já pediu autorização a oito países da região. (Págs. 1 e C5)
Mais uma petroleira na bolsa
A Queiroz Galvão Exploração e Produção encaminhou pedido de oferta pública inicial de ações a CVM. A operação será coordenada pelo Itaú BBA, em parceria com BTG Pactual e Bank of America Merrill Lynch. (Págs. 1 e D1)
De mãos delicadas a pulsos coroados
O Brasil se tornou um dos mercados emergentes prioritários para a Rolex, que vende aqui mais lançamentos que relógios de catálogo. A grife verticaliza toda a produção, inclusive a fundição de ligas de ouro. (Págs. 1 e D10)
Solidariedade em consórcio
A Medida Provisória 510, em tramitação no Congresso, prevê que empresas integrantes de consórcios passarão a responder solidariamente por dívidas tributárias das demais participantes do grupo. (Págs. 1 e E1)
Ideias
Claudia Safatle

Com o fim da CPMF, o governo federal não perdeu um centavo de receita e a carga tributária ainda aumentou. (Págs. 1 e A2)
Ideias
Maria Cristina Fernandes

Se o fato de o voto no Morumbi valer tanto quanto em Canindé (CE) causa estranheza, é de nação que se carece. (Págs. 1 e A6)
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Estado de Minas
 
Manchete: Anastasia defende a criação de nova CPMF
Reeleito em Minas, Antonio Anastasia (PDSB) é o primeiro governador da oposição a se declarar a favor da criação de um tributo que substitua a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira, fazendo coro aos colegas de Pernambuco, Eduardo Campos, e do Ceará, Cid Gomes, ambos do PSB. Para justificar a importância do novo imposto, Anastasia citou a necessidade de mais recursos para financiar a saúde. E defendeu o aperfeiçoamento da cobrança, com a implantação de dispositivos que garantam a chegada dos recursos ao setor. Ao lado do senador eleito Aécio Neves (PSDB), Anastasia esteve ontem no Santuário da Serra da Piedade, repetindo gesto do início da campanha. (Págs. 1 e 4)
Governador pede carta branca à Assembleia para administrar
Pedido feito por Anastasia começa a tramitar segunda-feira. Se aprovado, por 30 dias ele poderá editar leis fazendo mudanças administrativas sem aval do Legislativo. (Págs. 1 e 8)
Aliado do governo Lula propõe Aécio na Presidência do Senado
Para Cid Gomes (PSB), se apoiasse o tucano para o comando da Casa, Dilma Rousseff estenderia a mão à oposição, facilitando a aprovação de projetos no Congresso. (Págs. 1 e 7)
Revista aponta Dilma como a 16ª pessoa mais poderosa do mundo (Págs. 1 e 6)
 
Foto legenda: Rumo ao exterior
Com o dólar baixo, vendas de pacotes internacionais para a virada do ano cresceram 50% e já estão acabando. Andréa de Las Casas e os filhos Lucas e Thiago vão para a Disney. (Págs. 1 e 13)
Censo 2010: População de BH cresce menos de 1% em 10 anos
Dados preliminares do IBGE mostram que entre 2000 e este ano a população da capital aumentou apenas 0,87%, para 2.258.096, muito aquém da projeção de 2,4 milhões. (Págs. 1, 21 e 22)
Enem na Justiça
MP entra com ação para liberar lápis, borracha e relógio nas provas. (Págs. 1 e 23)
Foto legenda: Monteiro Lobato politicamente correto
Veto a Lobato: Integrantes da ABL se revoltam com caçada a livro de Monteiro Lobato. (Págs. 1 e 25)

Crime financeiro
Empresário e filha são indiciados pela PF por suspeita de golpe em Divinópolis. (Págs. 1 e 15)
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Zero Hora
 
Manchete: População diminuiu em 55% das cidades do RS, indica Censo
Estado é o que menos cresceu em habitantes na década, segundo dados preliminares do IBGE (veja o novo ranking dos municípios). (Págs. 1, 4 e 5)
Em ascensão: O “novo Obama” é republicano
Eleito senador aos 39 anos, Marco Rubio surge como estrela dos conservadores nos EUA. (Págs. 1 e 36)
Pedofilia: Canadá alerta e PF prende suspeito em Porto Alegre
Homem seria aliciador de crianças de rua que aparecem em imagens
pornográficas. (Págs. 1 e 55)
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Repasse: se nos anos 40 existisse internet, Hitler não teria assassinado milhões de judeus.
 
Buya neles!!!
 
 
- Buya




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