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BALAIO DO BUYA
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Dizimista 342

 

Edição nº 342, de 04 de janeiro de 2011
O mundo mágico da Internet
Pirassununga - SP
O site que está bombando na rede
                                                                                                                                                      
O Dizimista – Primeiro jornal virtual de Pirassununga e região
A palavra que você não ouve, a notícia que você não lê, a realidade que você não enxerga.
 
 
Balaio do Buya
 
1 - Alckmin fará auditorias em contratos do governo Serra
 
CATIA SEABRA
ENVIADA ESPECIAL A BRASÍLIA
O governador Geraldo Alckmin auditará todos os contratos de terceirização de serviços herdados da gestão de José Serra (PSDB).
Os alckmistas dizem que não é revanche, mas a determinação de Alckmin repete pacote anunciado por Serra em 2007 que abriu crise entre "serristas" e "alckmistas".
Na primeira semana de governo, Serra apresentou medidas de austeridade fiscal, que incluíam desde a revisão de contratos até pente fino no funcionalismo. Alckmin havia deixado o governo em 2006 e se sentiu exposto.
Nessa gestão, o pente-fino nos contratos e repasses a entidades sociais será feito pelo secretário de Gestão Pública, Julio Semeghini (PSDB-SP).
Só os serviços terceirizados que serão auditados somam R$ 4,1 bilhões em gastos, sendo R$ 2,8 bilhões na administração direta e R$ 1,3 bilhões na indireta.
Todo o trabalho de Semeghini será orientado pelo consultor de gestão Vicente Falconi, do INDG (Instituto de Desenvolvimento Gerencial). Falconi orientou o chamado "choque de gestão" feito pelo senador eleito Aécio Neves em Minas, quando governador do Estado.
AÉCIO
No governo Aécio, a ação tinha como foco a "melhoria da eficiência" com enxugamento de gastos e estruturas.
Na manhã de ontem, em entrevista coletiva após a primeira reunião oficial com o secretariado, Alckmin disse que se encontraria com Falconi na quarta-feira.
"Vamos ver onde se pode fazer um ajuste fino, para melhorar a aplicação dos recursos", disse ele.
Entre as tarefas de Falconi está o cruzamento de dados para chegar aos valores unitários de serviços prestados por cada pasta. Esse levantamento irá para a internet.
CORTES
Além da revisão de repasses e contratos, Alckmin determinou ontem na reunião com o secretariado que, em até 15 dias, um plano para corte de 10% nos gastos com custeio em todas as pastas seja apresentado.
Como exemplo de áreas que poderiam ser enxugadas, Alckmin listou contratos de locação de imóveis e automóveis, além de gastos com combustível. Só com aluguel de imóveis para estruturas o governo paulista gasta R$ 130 milhões por ano.
Após a reunião com os secretários, Alckmin concedeu entrevista coletiva.
O governador não detalhou nenhuma dessas ações de enxugamento de gastos. Anunciou, no entanto, o contingênciamento de R$ 1,5 bilhão no orçamento do Estado, que é de R$ 140 bilhões.
À imprensa, o tucano disse apenas que havia um "esforço" para identificar o que "poderia ser reduzido".
Questionado se o "esforço" poderia implicar em redução de cargos comissionados, disse que está "sempre procurando fazer mais e melhor com menos dinheiro".
 
 
2 - Ministério Público investiga hospitais que exigem cheque caução
Unidades de saúde não podem pedir garantia para atender por plano de saúde
  • Os hospitais que exigem o chamado cheque caução, dado como forma de garantia antes da prestação de algum serviço, para atender pacientes de planos de saúde estão na mira do Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA), que disponibilizou à população, até dia 31 de janeiro, um serviço de denúncia via e-mail: denuncia@prpa.mpf.gov.br.

    Segundo os procuradores, o paciente deverá informar, na denúncia, dados pessoais, como nome, endereço e CPF, além do local e data dos fatos e um relato resumido sobre o ocorrido. O MPF/PA vai pedir que a Justiça coíba essa prática e também pretende  pedir indenização para os prejudicados.

    Por lei, os hospitais estão proibidos de exigir cheque caução ou qualquer outro tipo de garantia como condição para atender clientes de planos de saúde. A determinação é da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e está embasada no novo Código Civil.
O CDC (Código de Defesa do Consumidor) também condena a cobrança desse tipo de garantia. De acordo com o artigo 39 do CDC, a exigência da garantia para o atendimento é prática abusiva que expõe o consumidor a desvantagem exagerada, causando
 
Repasse. Se nos anos de 1940 existisse internet, Hitler não teria assassinado milhões de judeus.
 
Buya neles!!!
 
- Buya




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