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BALAIO DO BUYA
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Dizimista 345

 

Edição nº 345, de 07 de janeiro de 2011
O mundo mágico da Internet
Pirassununga - SP
O site que está bombando na rede
                                                                                                                                                      
O Dizimista – Primeiro jornal virtual de Pirassununga e região
A palavra que você não ouve, a notícia que você não lê, a realidade que você não enxerga.
 
Balaio do Buya
 
1 - ABAIXO A PEDOFILIA
 
Acesse ao link abaixo:
 
 
 
 
2 - Folha de Franca
 
Ex-provedor da Santa Casa é condenado por cobrança de consulta (5/1/2011)
 
 
O provedor da Santa Casa de Franca no ano de 1999, Amilton Borges, e o médico Éder Naves Duarte foram condenados pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo por improbidade administrativa. A ação é decorrente da cobrança indevida de R$ 115 para a realização de uma consulta médica na época à paciente Auristela de Oliveira, que foi internada no Hospital do Coração de Franca com infarto do miocárdio. Eles serão obrigados a pagar a multa fixada em cem vezes o valor cobrado pela consulta, cerca de R$ 11,5 mil, e estão proibidos de fazer contratos com o Poder Público ou receber benefícios e incentivos fiscais pelo prazo de cinco anos.
 
A condenação ocorreu em novembro de 2010, mas somente ontem o promotor de Justiça Paulo César Borges, responsável pela denúncia, tomou conhecimento da sentença.
 
Borges disse que ainda não tem conhecimento da condenação e só falará a respeito na presença de seu advogado. O médico cardiologista Éder Duarte e a família de Auristela não foram locallizados para falarem a respeito.
 
3- DANOS MORAIS
 
União terá de indenizar família de jovem morto após "trote" em curso do Exército
 Da Redação - 06/01/2011 - 15h30
 
 
O TRF-2 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região) confirmou sentença que condenou a União a indenizar a família de um jovem aspirante a paraquedista do Exército que morreu após ter sido submetido a um “trote” no curso de formação. O jovem, que tinha 20 anos, morreu afogado na piscina do curso de mergulho depois de sofrer traumatismo craniano, em fevereiro de 2001.
 
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Pela decisão do Tribunal, a União terá de pagar R$ 95 mil à mãe da vítima, por danos morais, enquanto o avô do rapaz receberá cerca de R$ 80 mil. A perícia anexada ao processo identificou “ato violento perpetrado durante a instrução, denotando que o falecido militar foi vítima de um ‘trote’”. De acordo com os autos, os aspirantes a cabo se agrediam embaixo d’água, com os instrutores provocando a situação de apneia, fechando os registros dos cilindros de oxigênio.       
 
A União recorreu da decisão de 1ª instância alegando não ter ficado comprovada a causa da morte, já que o histórico médico do jovem registrava a ocorrência de desmaios e indisposições. O jovem já havia passado mal durante os treinos, chegando a desmaiar, além de ter apresentado transtorno de ansiedade generalizada.
 
Para a desembargadora Salete Maccalóz, relatora do caso, os problemas apresentados deveriam impedir a continuação da vítima nas etapas da seleção, pois “a carreira de paraquedista/mergulhador exige um preparo físico além da normalidade, devido às especificidades da função”. Para ela, levando em conta que militares que apresentam alguma espécie de déficit de aproveitamento físico são isentados das atividades, “isso gera um atrito entre os próprios militares, que em hipótese alguma justifica, mas pode explicar o motivo das agressões sofridas”.     
 
A relatora destacou a responsabilidade civil do poder público, em razão da falha na inspeção de saúde prévia do militar e, ainda, chamou atenção para a falta de material de primeiros socorros, de equipe médica, ambulância ou mesmo desfibrilador na área da piscina, onde eram realizados os exercícios: “Se é correto dizer que com o uso de aparelhagem adequada e manobras eficazes não se pode afirmar que o aluno iria sobreviver, também é certo inferir que esses recursos poderiam ser a única chance de não se perder uma vida”, afirmou a desembargadora.
 
 
Repasse. Se nos anos de 1940 existisse internet, Hitler não teria assassinado milhões de judeus.
 
Buya neles!!!
 
- Buya




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