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SINOPSE DOS PRINCIPAIS JORNAIS DO PAÍS - 09.04.2010

09 de abril de 2010

O Globo
 


Manchete: Governantes fizeram ‘melhorias’ em favela erguida sobre lixão
 

Tragédia anunciada em Niterói tem 17 mortos e 200 ainda desaparecidos

Acostumados a responsabilizar os pobres pelos desabamentos nas encostas, nos últimos 17 anos os sucessivos prefeitos de Niterói - além de governadores do estado - incentivaram, por meio de projetos urbanísticos, a ocupação irregular no Morro do Bumba, cujas casas construídas sobre um lixão ruíram provocando a maior tragédia do estado. O desastre começou com o temporal da noite de segunda-feira. Só lá há 17 mortos e 200 desaparecidos. Do atual prefeito, Jorge Roberto Silveira, ao ex-governador Leonel Brizola - que levou água e luz para o local -, cada governante fez um pouco, mas ninguém removeu de lá os moradores. Nem mesmo a Defesa Civil municipal, alertada depois que uma casa desabou terça-feira. Até ontem, Niterói registrava 107 dos 182 mortos no estado. (págs. 1, 14 a 25 e Míriam Leitão)

Remoção vai ser obrigatória

O prefeito Eduardo Paes publicou decreto que vai permitir ao município remover os moradores de áreas de risco, à revelia deles. (págs. 1, 18 e editorial "Fim do preconceito contra remoções")

Verba antienchente: Lula defende Geddel

O presidente Lula saiu em defesa do ex-ministro Geddel Vieira Lima, que, segundo o TCU, priorizou a Bahia na destinação dos recursos, antienchente. (págs. 1 e 21)

Foto legenda: O pedaço do morro que deslizou e interditou a paradisíaca estrada entre Prainha e Grumari (págs. 1 e 19)

Foto legenda: Um rastro de 600 metros de destruição mostra o caminho do deslizamento no antigo lixão

Foto legenda: A ONDA formada pela ressaca na Enseada de Botafogo (págs. 1 e 24)

Bomba mata filho de bicheiro
 

Contraventor escapa de atentado na Barra da Tijuca

A explosão de uma bomba no carro do contraventor Rogério Andrade, ontem à tarde, na Avenida das Américas, na Barra, causou a morte do filho dele, Diogo, de 17 anos, que estava ao volante do Toyota Corolla blindado. O atentado pode deflagrar nova guerra pelo controle da máfia dos caça-níqueis. O carro era escoltado por dois veículos com seguranças. (págs. 1 e 26)

Foto legenda: Os carros do bicheiro e dos seguranças incendiados após a explosão

Lula diz que, fora do governo, voltará a ser Lula e não instituição (págs. 1 e 3)
 


EUA e Rússia firmam pacto nuclear e se aliam contra o Irã (págs. 1, 32 e 33)
 


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Folha de S. Paulo
 


 

Manchete: Prefeitura sabia de risco em Niterói, mas nada fez
 

Após alerta de 2004, gestões do PT e do PDT não tomaram providências

O deslizamento no morro do Bumba em Niterói ocorreu em área instável,
de risco conhecido há pelo menos seis anos, relatam Fábio Grellet e Elvira Lobato.

Bombeiros recolheram 17 corpos e calculam que pode haver mais de cem mortos.

O morro foi um depósito de lixo entre 1970 e 1985. Estudo da Universidade Federal Fluminense entregue à prefeitura em 2004 alertou para o risco.

O prefeito Jorge Roberto da Silveira (PDT) disse que "há estudos a respeito de tudo na cidade". Em 2004, o prefeito era o atual vice, Godofredo Pinto (PT), que não foi localizado ontem.

Horas antes do deslizamento anteontem, parte de uma casa havia desabado. A Defesa Civil não indicou que a área fosse evacuada.

Em todo o Estado, desde segunda-feira, foram resgatados 182 corpos. (págs. 1 e Cotidiano)

Prefeitura de Salvador suspendeu aulas por causa das fortes chuvas. (págs. 1 e C5)

Fernando de Barros e Silva: Omissão do poder público em SP e no RJ é criminosa

Enquanto São Paulo empurra seus pobres para as bordas da metrópole, no Rio, a pobreza também despenca sobre a zona sul.

Nos dois casos, a omissão do poder público é criminosa, e ninguém se interessa muito desde que não seja incomodado: Jardim Pantanal (SP) e morro dos Prazeres (Rio) são fraturas expostas de um único drama. (págs. 1 e A2)

Foto legenda: No Instituto Médico Legal da Leopoldina (Rio), Davi Amâncio Jr., 27, lamenta a morte de parente em deslizamento em Niterói

Professores encerram greve de 1 mês sem obter reajuste
 

Os professores da rede estadual de SP encerraram a greve iniciada há um mês sem conseguir nenhuma das reivindicações - a principal era de reajuste de 34,3%. O movimento, dirigido por entidades ligadas ao PT, termina depois de José Serra (PSDB) deixar o governo para concorrer à Presidência.

Houve divisão na assembleia que definiu o fim da paralisação. A presidente da Apeoesp teve de deixar a reunião escoltada. (págs. 1 e C8)

Vacina da gripe A chega a clínicas na próxima semana (págs. 1 e C10)
 


Preço de alimento sobe e puxa alta da inflação
 

Pressionado por forte alta dos alimentos, que responderam por 67% do seu resultado, o IPCA ficou em 0,52% no mês passado. No trimestre, ele subiu 2,06%, maior taxa para o período desde 2003. Em 12 meses, o índice acumula variação de 5,17%, acima do centro da meta do governo, de 4,5%. (págs. 1 e B4)

Supremo rejeita incluir Lula como réu do mensalão
 

O Supremo Tribunal Federal rejeitou ontem por unanimidade 13 pedidos da defesa do ex-deputado Roberto Jefferson (PTB) no processo do mensalão do PT, entre eles o de incluir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva entre os réus.

Para o STF, o advogado de Jefferson tenta "tumultuar" o caso para inviabilizar o julgamento. Ele disse que não será "intimidado". (págs. 1 e A7)

Iberia e British Airways criam 5ª maior empresa aérea do mundo
 

A companhia espanhola e a inglesa formalizaram união, que precisa do aval da Comissão Europeia; empresas têm 29 voos semanais para o Brasil. (págs. 1 e B10)

Editoriais
 

Leia "Jogo de cena", acerca do projeto dos ´fichas-sujas´; e
"Fisiologismo criminoso", sobre verbas contra desastres. (págs. 1 e A2)

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O Estado de S. Paulo
 


 

Manchete: Governo convoca fundos de pensão para garantir Belo Monte
 

Intenção é manter o leilão da hidrelétrica, em resposta à desistência de Odebrecht e Camargo Corrêa

O governo decidiu convocar fundos de pensão de estatais, como Previ, Funcef e Petros, para negociar a formação de novos consórcios para participar do leilão da hidrelétrica de Belo Monte, relata a repórter Christiane Samarco. Com os novos grupos, o Planalto pretende revidar o anúncio da desistência de participação no negócio feito pelas empreiteiras Odebrecht e Camargo Corrêa, forçando uma concorrência real no leilão marcado para o dia 20. A meta é reduzir o preço da construção, cujo teto foi estabelecido em R$ 19 bilhões. Na avaliação do governo, a Odebrecht e a Camargo Corrêa entraram na disputa apenas para pressionar pela alta de preços e tarifas. Como as duas empreiteiras foram bem-sucedidas com um aumento de 20% nos preços, e mesmo assim saíram da disputa, técnicos do governo entendem que a desistência pode ter sido uma manobra para que apenas um consórcio se apresente no leilão. “Uma coisa vocês podem estar certos: nós vamos fazer Belo Monte", afirmou ontem o presidente Lula. (págs. 1 e Economia B1 e B3)

Ministra defende Ibama

A ministra Izabella Teixeira (Meio Ambiente) defendeu o licenciamento do Ibama para Belo Monte. Segundo ela, o governo terá condições de responder a eventuais questionamentos judiciais. (págs. 1 e Economia B3)

Mortos em deslizamento são 13; há 200 soterrados
 

O deslizamento de terra no Morro do Bumba, em Niterói, na noite de anteontem, matou 13 pessoas, mas ainda há 200 soterrados. Segundo o governo do Estado, a tragédia ocorreu porque a chuva abriu fissuras no morro e houve uma explosão de gás metano, produto do lixo acumulado em antigo lixão no local. O total de mortos pelas chuvas no Rio chegou a 175. Cidades (págs. 1, C1 e C3 a C5)

142 é o número de áreas de risco em Niterói

Foto legenda: Destruição. Bombeiros trabalham no socorro às vítimas do deslizamento do Morro do Bumba, em Niterói; operação mobilizou cerca de 300 pessoas

TCU vê fraude de R$ 65 mi no Tribunal de Justiça do DF
 

Auditoria do Tribunal de Contas da União aponta irregularidades em todos os níveis na folha de pagamentos do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT): desembargadores, juízes e servidores. Os prejuízos aos cofres públicos chegariam a, pelo menos, R$ 65 milhões por ano. Segundo o TJDFT, o presidente Nívio Gonçalves mandou suspender pagamentos considerados irregulares. (págs. 1 e Nacional A4)

EUA e Rússia assinam novo pacto nuclear
 

Os presidentes dos EUA, Barack Obama, e da Rússia, Dmitri Medvedev, assinaram acordo que reduz em um terço o número de ogivas nucleares ativas de cada país. O arsenal chega a 20 mil armas. (págs. 1 e Internacional A13)

Foto legenda: Aula de civilidade
 

Professores se agridem durante assembleia que decidiu pelo fim da greve em SP e mostrou as divisões internas na categoria. (págs. 1 e Vida A18)

Ataque com granada no Rio mata filho de bicheiro (págs. 1 e Cidades C6)
 


Inflação do trimestre vai a 2,06%, a maior desde 2003 (págs. 1 e Economia B4)
 


Visão Global: Estratégia sem apoio
 

Obama está pronto para a campanha de desarmamento nuclear, mas tem poucos seguidores para implementá-la, escreve George Prokovich. (págs. 1 e Internacional A16)

Marcos Sá Corrêa: Um novo museu
 

Em pleno caos, Rio vai ganhar um Museu do Meio Ambiente por obra e graça do Jardim Botânico. (págs. 1 e Vida A20)

Dora Kramer: Noviça rebelde
 

Conhecida pela exigência no trabalho, Dilma agora se vê na posição inversa. Ela vai precisar que seus pares lhe ensinem os caminhos das pedras. (págs. 1 e Nacional A6)

Notas & Informações: Inflação em alta
 

Esse vírus já se manifesta na maior parte dos bens e serviços consumidos pelas famílias. (págs. 1 e A3)

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Jornal do Brasil
 


 

Manchete: Horror
 

A dimensão da tragédia no Morro do Bumba, em Niterói, cresceu à luz do dia. A lama do antigo lixão secou, o desespero aumentou e a esperança de sobreviventes diminuiu. Há 17 mortos, mas os escombros são de 94 residências. Moradores se queixam que a Defesa Civil esteve antes no local e não os alertou do risco. (págs. 1 e Tema do dia A2 a A6, A10 e A11)

Perdas de até R$ 23,7 bilhões (págs. 1 e Tema do dia A8)

Madrugada de desespero (págs. 1 e Tema do dia A3)

Lula defende Geddel (págs. 1 e Tema do dia A12)

Foto legenda: Presença - Sérgio Cabral: conforto às vítimas e pedido de ajuda

Guerra do bicho explode na Barra
 

O jovem Diogo Andrade, de 17 anos, filho do contraventor Rogério Andrade, morreu na tarde de ontem, na Av. das Américas, no Recreio, após um suposto ataque com explosivos ao carro onde estava com o pai, que ficou ferido. Rogério, acusado de liderar a máfia dos caça-níqueis, é suspeito da morte do primo Paulinho de Andrade, herdeiro e filho do bicheiro Castor de Andrade. (págs. 1 e Cidade A14)

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Correio Braziliense
 


 

Manchete: Até quando?
 

Assim como o lixão que estava sob as casas soterradas no Morro do Bumba, em Niterói, a omissão do poder público é a raiz da calamidade que se abateu sobre o Rio de Janeiro. Com o deslizamento na cidade fluminense, a tragédia das chuvas contabiliza 180 mortos. O governo federal anunciou a liberação de R$ 200 milhões para ajudar as vítimas do temporal, mas o presidente Lula se irritou com a auditoria do TCU que mostrou a prioridade de recursos do Ministério da Integração Nacional à Bahia, base eleitoral do ex-titular da pasta Geddel Vieira. Para a União, a escassez de verbas ocorreu por falta de projetos apresentados pela prefeitura e pelo governo estadual. (págs. 1, 7, 10 e 11, Visão do Correio, 20 e QR Code com galeria de fotos)

Foto legenda: Avalanche de 100 toneladas de lama e de lixo varreu dezenas de casas no morro do Bumba: especialistas já haviam alertado dos riscos à população

A guerra carioca
 

O bicheiro Rogério Andrade sentiu na pele a guerra pelo controle das máquinas caça-níqueis no Rio de Janeiro. Em plena Avenida das Américas, uma das mais movimentadas da cidade, um artefato explodiu o carro do contraventor e matou o filho dele, um jovem de 17 anos. A polícia investiga se a bomba foi jogada ou se estava dentro do automóvel. Rogério responde na Justiça pela morte do primo, filho de Castor de Andrade. (págs. 1 e 12)

Presidente do STF crê em solução política para a crise no DF (págs. 1)
 


TCU: salários fora do teto no TJ
 

Auditoria no Tribunal de Justiça do DF mostra que 116 servidores têm remuneração superior ao fixado para o funcionalismo. Há pagamento indevido de benefícios. (págs. 1 e 34)

Novas pistas da origem humana
 

Esqueletos com 2 milhões de anos de uma espécie desconhecida, encontrados na África, podem pertencer ao primeiro gênero de hominídeos. (págs. 1 e Ciência, 26)

Voos suspeitos na Funasa
 

Segundo a CGU, a Fundação Nacional de Saúde pagou irregularmente R$ 3,8 milhões para empresas de táxi-aéreo. (págs. 1 e 5)


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Valor Econômico
 


 

Manchete: Africanos querem parte de compensações do algodão
 

O pagamento, pelos Estados Unidos, de US$ 147,3 milhões para compensar perdas dos produtores brasileiros de algodão ainda não está formalmente confirmado e já causa problemas diplomáticos. Os quatro grandes países africanos produtores de algodão - Burkina Faso, Benin, Chade e Mali - esperam embolsar parte da compensação, o que é rejeitado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), enquanto a diplomacia brasileira acena com o desenvolvimento de projetos comuns com parte do dinheiro.

Os africanos não entraram na disputa do Brasil contra os EUA na Organização Mundial do Comércio (OMC), que proporcionou esse acordo de compensação financeira. Preferiram apostar na Rodada Doha, com uma proposta para os países ricos eliminarem os subsídios ao algodão e pagar compensação aos quatro. Doha não avançou e os africanos, de mãos vazias, agora querem uma fatia do dinheiro que será pago ao Brasil. "Os brasileiros assinalaram que vamos receber uma parte, mas o montante precisa ser esclarecido", disse ontem um diplomata de Burkina Faso, Ambroise Balima. (págs. 1 e A2)

Debate acirrado nas barrancas do Xingu
 

Enquanto em Brasília autoridades e representantes dos consórcios buscam saídas para tornar viável o leilão da hidrelétrica de Belo Monte, em Altamira (PA), onde a usina será construída, o debate entre grupos favoráveis e contrários à obra se torna cada vez mais acirrado.

Dom Erwin Krautler, bispo da Prelazia do Xingu, há 45 anos na didade, se diz radicalmente contra o projeto, mesmo com as promessas de investimentos e criação de empregos na região. "Tem gente que diz que enquanto este bispo existir, a hidrelétrica não sai" , afirma o religioso, que se diz ameaçado de morte.

O empresário goiano Vilmar Soares, que coordena a Fort Xingu, entidade que agrupa sindicatos, associações de empresários, fazendeiros e igrejas evangélicas de Altamira, considera a usina fundamental para o desenvolvimento da região. "Temos que buscar melhorias e maximizar os benefícios da obra", diz. "O valor da energia não nos interessa. Queremos é que eles invistam na região". (págs. 1, A4 e A14)

Foto legenda: Vilmar Soares, empresário de Altamira: usina trará empregos e asfalto para a Transamazônica

Foto legenda: Dom Erwin Krautler, bispo da Prelazia do Xingu, quer o rio como ele é: "Boom seria temporário"

Crise encoraja mais fusões no setor aéreo
 

Uma onda de consolidação varreu o setor aéreo dos dois lados do Atlântico, ontem, depois de a British Airways e a Iberia confirmarem acordo de fusão que cria a quarta maior companhia do setor no mundo e de a US Airways retomar as negociações com a United Airlines. A pressão sobre as empresas aéreas de modelo tradicional intensificou-se com a retração provocada pela crise financeira internacional e com a concorrência das rivais de baixo custo. Os acionistas da British terão 55% na nova companhia e o restante ficará nas mãos dos investidores da Iberia. (págs. 1, B4 e B9)

Cresce o pagamento de juros nos cartões
 

A entrada de clientes de renda mais baixa no mercado de cartões de crédito é uma das razões da alta de 45,5% no uso do crédito rotativo e das compras parceladas com juros em fevereiro, na comparação com o mesmo mês em 2009, que alcançou R$ 15,1 bilhões. Segundo o presidente da Acrefi, Adalberto Savioli, o parcelamento é oferecido para evitar a alta da inadimplência. "O rotativo pode deixar você feliz um ou dois meses, mas depois não vai conseguir pagar". (págs. 1, C1 e C2)

Serra se lança como ´progressista´
 

No sábado, em discurso de lançamento de sua candidatura à Presidência, o ex-governador José Serra (PSDB) vai apresentar "um conjunto de valores políticos" que pretende seguir, se eleito. O tucano prega o "ativismo estatal", mas não planeja mudar as bases nas quais se assentam a economia - meta de inflação, superávit primário e câmbio flutuante. Crítico da política monetária, entende que a valorização do câmbio é um erro e teme a desindustrialização do país. Serra rejeita a pecha de neoliberal e prefere ser visto como um "progressista". (págs. 1 e A9)

Baixíssima renda atrai Direcional
 

Atuação no Norte do país em terrenos doados pelo governo e em empreendimentos de grande escala, bem maiores que o usual no mercado. Esses são alguns dos ingredientes da fórmula da Direcional Engenharia para atuar no segmento da baixíssima renda. Na contramão do mercado, é a única entre as companhias do setor listadas em bolsa que resolveu atuar na base do plano habitacional do governo: o difícil segmento de até três salários mínimos. (págs. 1 e B1)

Alimentos puxam inflação
 

A inflação oficial do país, medida pelo IPCA, desacelerou em março e encerrou o mês em alta de 0,52%, ante 0,78% em fevereiro, ainda assim a maior taxa para o mês desde 2005. No ano, o índice acumula alta de 2,06% e de 5,17% em 12 meses. (págs. 1 e A3)

Expansão do São Luiz
 

O grupo hospitalar São Luiz, de São Paulo, vai investir até R$ 800 milhões nos próximos cinco anos na construção ou aquisição de novas unidades. Oito cidades estão sendo avaliadas. (págs. 1 e B4)

Investimentos da Ford
 

A Ford anunciou ontem que vai ampliar de R$ 4 bilhões para R$ 4,5 bilhões os investimentos previstos para o Brasil entre 2011 e 2015. O foco será a nova geração do EcoSport, que passará a ser um modelo global. (págs. 1 e B7)

De vento em popa
 

O grupo pernambucano Tavares de Meio, com atuação nas áreas de sucos (Maguary e Dafruta) e combustíveis, vai entrar no segmento de geração de energia cólica, com projetos no Rio Grande do Norte e na Paraíba. (págs. 1 e B7)

Alcoa cobiça veículos pesados
 

A Alcoa, maior fabricante mundial de alumínio, quer aumentar - dos atuais 12% para 18% - sua participação no mercado de rodas para ônibus e caminhões. No trimestre, as vendas na América Latina cresceram 335%. (págs. 1 e B8)

Nova fábrica da Seara
 

A Seara, controlada pela Marfrig, pretende construir uma unidade de abate de aves em Jaciara (MT), com capacidade para 200 mil frangos por dia. O investimento previsto é de &$ 150 milhões. (págs. 1 e B12)

Bunge reforça usinas
 

Nos próximos três anos, a Bunge vai investir cerca de US$ 750 milhões na expansão de suas três primeiras usinas de cana no Brasil, diz Pedro Parente. No total, a empresa tem oito unidades no país. (págs. 1 e B12)

Ideias
 

Armando Castelar: papel do Estado deve voltar ao debate eleitoral. (págs. 1 e A13)

Ideias
 

Roberto Laserna: o paradoxo populista de Evo Morales. (págs. 1 e A13)

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Jornal do Commercio
 


 

Manchete: Lixo + chuvas = mortes
 

Desabamento do Morro do Bumba, em Niterói, onde havia favela erguida sobre aterro sanitário, foi uma tragédia previsível, que serve de alerta par todo País. No Grande Recife, sujeira espalhada em galerias e canais ameaça a população das redondezas (pág. 1)

Foto legenda: Ibura de Baixo Recife (pág. 1)

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- Buya




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