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BALAIO DO BUYA
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Dizimista 144

 

 
 
Edição nº 144, de 21 de maio de 2010
 
O mundo mágico da Internet
O site mais visitado da região
Pirassununga,SP
O Dizimista– Primeiro jornal virtual de Pirassununga
A palavra que você não ouve, a notícia que você não lê, a realidade que você não enxerga.
 
21/05/2010
1 -
A Lei Azeredo é um absurdo; o Projeto Ficha Limpa é um absurdo. Por que tenho de ficar vendo a TV dar essas coisas como se fossem ótimas?
2 -
   Se Maluf poder se candidatar, esse ficha limpa será a piada do ano!
3 -
 PENALIDADE MÁXIMA: Não custa nada incluir a “paradinha” no plebiscito sobre a maconha e o aborto que Marina Silva propôs em debate.
 
Dilma cresce e lidera em 7 Estados
 Pesquisa divulgada ontem pelo Vox Populi revela crescimento da candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, em sete Estados (SP, RJ, PE, BA, MG, PR e DF) em relação ao último levantamento de janeiro. Em outros dois Estados (PB e RN) a petista lidera, mas não há dados comparativos.
O PSDB tem vantagem em São Paulo tanto na disputa estadual quanto na presidencial. O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, perdeu cinco pontos percentuais em relação à pesquisa de janeiro, mas está 14 pontos à frente de Dilma, que cresceu 12 pontos entre os paulistas.
No Estado, o tucano Geraldo Alckmin supera a intenção de voto de Serra em sete pontos percentuais. Também tem mais larga vantagem sobre o petista Aloizio Mercadante, do que Serra em relação a Dilma no eleitorado paulista.
Da mesma forma, no Rio, o candidato governista, Sérgio Cabral (PMDB), que disputa a reeleição, supera a intenção de voto de Dilma no Estado. Ambos lideram as pesquisas no Rio. O candidato do PSDB à Presidência tem intenção de voto no Rio superior ao do palanque estadual. Fernando Gabeira (PV), recebeu 19% das preferências, taxa muito próxima à do pré-candidato do PR, o ex-governador Anthony Garotinho (18%), que ainda não definiu sua opção presidencial. A pré-candidata do PV, Marina Silva, ganhou 3 pontos em São Paulo e perdeu um no Rio.
Os dados mostram que os candidatos seguem a tendência dos resultados do primeiro turno da eleição presidencial de 2006, mas tanto Serra quanto Dilma ainda aparecem neste momento com taxas abaixo das registradas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e por Alckmin.
O resultado da pesquisa nos Estados acompanha a maior exposição de Dilma, mas o grau de conhecimento da pré-candidata do PT ainda é inferior ao do seu principal concorrente. No Paraná, Dilma é desconhecida por mais da metade da amostra do eleitorado (51%) e tem 32% das intenções de voto, enquanto Serra é conhecido por 65% e recebeu 44% das intenções de voto. O candidato tucano à Presidência tem uma preferência superior ao candidato do seu partido ao governo do Estado, o ex-prefeito de Curitiba, Beto Richa. Isso se deve, provavelmente, à boa colocação do pedetista Osmar Dias, que divide o eleitorado paranaense na disputa estadual. Dias ainda não declarou em qual palaque vai subir, mas tende a ficar ao lado da candidatura governista, pois seu partido é da base aliada do governo.
Em Minas, Dilma cresceu sete pontos. O palanque estadual é liderado pelo candidato governista Hélio Costa (PMDB). Entre os tucanos, Serra tem mais do que o dobro das intenções de voto do seu candidato estadual, Antonio Anastasia, enquanto Dilma está aquém de Costa.
Em Pernambuco, Dilma já ultrapassou mais da metade da intenção de voto, seguindo o desempenho de seu candidato a governador, Eduardo Campos (PSB), que disputa a reeleição. No Estado, Serra tem um patamar inferior ao de seu candidato, Jarbas Vasconcelos (PMDB).
Na Bahia, os dois candidatos ao governo estadual da base governista, Jacques Wagner (PT) e Geddel Vieira Lima (PMDB) somam 50% das intenções de voto enquanto Dilma tem 43%. Serra tem um patamar de intenção de votos semelhante ao de seu candidato local, Paulo Souto (DEM).
Ficha Limpa só vai atingir políticos que serão condenados após sanção
Agência Brasil
Brasília - Uma alteração no texto do Projeto Ficha Limpa, aprovado pelo Senado, deixará candidatos conhecidos do cenário nacional – como Joaquim Roriz e PauloMaluf – de fora da abrangência da Lei. No trecho sobre a concessão do registro, a expressão “os que tenham sido condenados” foi substituída por “os que forem condenados”. Com isso, a regra só vai ser aplicada aos casos de candidatos condenados após a sanção da medida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O relator da matéria na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senador Demóstenes Torres (DEM-GO), explicou que a alteração foi feita apenas na redação da proposta e que, na prática, os políticos com condenações anteriores à lei serão punidos com base na atual Lei de Inelegibilidade.
“Gostaria que essas pessoas não pudessem se candidatar. Mas temos um parâmetro jurídico. A lei age para frente, e não para trás”, disse. “Foi apenas a mudança de um tempo verbal. E a lei atual é rigorosa”, completou.
Segundo Demóstenes, as alterações foram feitas para facilitar os julgamentos. Das nove emendas feitas pela Câmara ao projeto, quatro traziam a expressão “os que forem condenados”, quatro falavam em “os que tenham sido condenados” e uma não fazia menção ao tempo. “Ia virar uma confusão na cabeça do legislador”, comentou. Mas, o assunto deverá passar pelo crivo do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral.
Os candidatos que renunciaram no passado para fugir da perda do mandato, com a nova lei, também cumprirão prazo de inelegibilidade. Políticos como o ex-senador Joaquim Roriz, se tivessem renunciado na vigência da nova lei, ficariam 16 anos sem poder se candidatar novamente: os oito anos do mandato de senador, mais os oito anos da inelegibilidade.
Quanto ao texto aprovado na noite de ontem (19), o senador foi claro: ele vai dar uma nova conotação às eleições. Práticas como caixa 2, compra de voto e crime eleitoral – que antes resultavam apenas em perda de mandato – agora geram inelegibilidade.
O impedimento de concorrer às eleições abrange candidatos condenados por órgão colegiado e também com sentenças transitadas em julgado. Demóstenes explicou que, por isso, não adianta o candidato com condenação apenas em primeira instância desistir do recurso pensando que, assim, poderá concorrer. “Não adianta ser espertinho. A lei atinge também decisões transitadas em julgado”, disse.
O Ministério Público Federal abriu inquérito há cerca de um mês para apurar se o Shopping Iguatemi de Porto Alegre, em conluio com o McDonald’s, estaria restringindo a entrada da lanchonete Bob’s no local. A procuradora Silvana Mocelin baseia sua apuração em duas investigações tocadas há pelo menos três anos pela Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça contra a rede norte-americana e o shopping.
Em seu despacho, a procuradora pede que se investigue se houve “práticas ilegais ou abusivas por parte do Shopping Iguatemi na relação que mantém com os lojistas já estabelecidos, em especial, as regras atinentes à denominada cláusula de exclusividade”. O objetivo é determinar se houve crime contra a ordem econômica. Atualmente, as duas lojas estão instaladas na praça de alimentação de lá.
Comerciante é condenado por deixar noiva que não era virgem
 
Luiza Bandeira
da Agência Folha
O Tribunal de Justiça do Ceará condenou o comerciante Deusimar Rodrigues Soares, 41, a pagar indenização de R$ 10 mil por danos morais à mulher que abandonou no dia do casamento, há 12 anos.
À Justiça, ele disse que não compareceu ao cartório civil onde seria realizada a cerimônia por descobrir, na véspera do casamento, que Francisca Paloma Barreto da Silva, sua ex-noiva, não era mais virgem.
O casamento deveria ter acontecido em 25 de março de 1998, na cidade de Palhano (163 km de Fortaleza). Na época, o noivo tinha 29 anos, e a noiva 17.
De acordo com o processo, a união aconteceria "após longo e público noivado", mas ele não compareceu, deixando a noiva, a família e os convidados esperando "até o último instante".
A noiva ingressou com ação por danos morais devido à humilhação a que foi exposta, causada pela repercussão do fato na cidade. O comerciante foi condenado, mas recorreu. No recurso, ele voltou a ressaltar a descoberta de que a ex-noiva não era mais virgem e alegou inexistência de fato caracterizador de dano moral.
Ontem, ao julgar o recurso, o TJ confirmou a multa. O relator do processo, desembargador Manoel Cefas Fonteles Tomaz, disse que "o dano moral decorre de dois aspectos expostos e fortemente comprovados: o não comparecimento do noivo à celebração do casamento civil, fato por si só ensejador da reparação, e a alegação do noivo que deixou de contrair casamento com a autora [da ação] em razão da mesma não ser virgem".
Ele destacou que a vida privada, a honra e a imagem da pessoa são princípios invioláveis.
A Folha tentou localizar Soares para falar sobre o assunto, mas não conseguiu. A reportagem falou com uma funcionária do advogado Luiz Roberto Jatai Castelo, defensor de Soares no início do processo, mas ela alegou que ele não cuidava mais do caso.
 
Repasse. Se nos anos 40 existisse Internet, Hitler não teria assassinado milhões de judeus.
Buya neles!!!
 
 
 
 
- Buya




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