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BALAIO DO BUYA
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Dizimista 148

 

 
 
Edição nº 148, de 25 de maio de 2010
 
O mundo mágico da Internet
O site mais visitado da região
Pirassununga,SP
O Dizimista– Primeiro jornal virtual de Pirassununga
A palavra que você não ouve, a notícia que você não lê, a realidade que você não enxerga.
 
  1. tuttyvasques
PURO-SANGUE É A... De Aécio Neves, depois de adiar do fim de semana para amanhã seu regresso da Europa: “Não querem que eu volte!”
 
PERFUME DE MULHER – Assista a melhor cena desse filme
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TWITTER DA VOVÓ – Imperdível
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CHORORÔ EM PLENÁRIO
Em Sessão Plenária da Câmara Municipal, ontem, 24/05/2010, vereadores da base de sustentação do Prefeito discursaram reclamando da perseguição que a Educação Municipal vem sofrendo por parte do Governo Estadual, só se pensa em fechar escolas, verbas que é bom, nada. Uma voz solitária presente à galeria pronunciou em alto e bom tom: Ué, o Prefeito não diz que é "amigo do governadô desde criancinha"? Outra voz replicou: Conta outra que essa já morreu de velha!
25 de maio de 2010
Dilma muda visual, assume o zelo fiscal e diz que é chegada a hora do mercado de capitais
 
 
Uma série de eventos nos últimos dias começa a provocar mudanças sensíveis nessa percepção, deixando Serra isolado na argumentação contra o Banco Central, a gastança fiscal e o dirigismo moldado a la anos 1960 — um dos preconceitos, no mundo empresarial, contra esses ex-alunos da Unicamp, considerados discípulos do pensamento estruturalista da velha Cepal, a Comissão Econômica para a América Latina. Pelo menos de público, Dilma mudou suas concepções.
 
A ex-ministra aprendeu a falar o que o mercado financeiro quer ouvir com a ajuda de outro craque — o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci. Olhos e ouvidos de Lula na campanha de Dilma.
 
No teste a que se submeteu em Nova York, na última sexta-feira, a ex-ministra foi aprovada com aplausos ao discursar para executivos de Wall Street num dos eventos à margem da homenagem ao presidente do BC, Henrique Meirelles, distinguido como Homem do Ano segundo a Câmara de Comércio Brasil-EUA. Palocci, com a ajuda de Meirelles, abriu as portas de Wall Street para Dilma. Mas ela falou por si.
 
Dilma se mostrou segura tanto quanto a autonomia que defendeu ao BC, marcando posição em relação a Serra, que fala o oposto. E fez mais: contrariando a percepção dos mercados, ela  falou da preocupação fiscal, conforme a reconstituição de sua fala pelo jornalista Alex Ribeiro, do Valor. Dilma associou a queda da dívida pública à “redução significativa da taxa de juros real”.
 
Agora é ela. Não é ele
 
Uma declaração dessas já define uma política econômica. Mas Dilma julgou necessário aprofundá-la. Dissociou-se da ideia dos mercados segundo a qual, se eleita, priorizaria o investimento público sob a marca do PAC em detrimento da responsabilidade fiscal.
 
“Primeiro”, disse, “definimos uma meta fiscal, que era a dívida pública cair a 30% do PIB, depois, os investimentos do PAC”. Vá lá que Lula, nos últimos dois anos, trata a receita como se fosse de borracha, e aprova gastos, com Dilma de co-piloto, bem além do que permite a consistência macroeconômica. Mas agora é ela. Não é ele.
 
Elogios de Wall Street
 
Em campanha eleitoral, palavra de candidato muita vezes é como a folha solta levada para cá e para lá conforme o vento. Dilma tem a seu favor o bom momento da economia. Os mapas dos gastos públicos, em contraponto, dão solidez ao discurso fiscalista de Serra, além da contraprova do novo ciclo de alta dos juros pelo BC. A questão, hoje, é quem melhor amarra os fatos às contradições e faz disso um sopão racional e crível para a política econômica no pós-Lula. Com sua estreia elogiada no palco de Wall Street, Dilma leva vantagem.
 
Em Nova York, Dilma levou seu discurso ao território de 2011, ao declarar que “a crise mostrou que foi muito importante que o país tivesse bancos públicos”. E daí? Daí que o financiamento de longo prazo, hoje virtual monopólio do BNDES e de capitais estrangeiros, não pode ser feito, segundo ela, só com bancos públicos.
 
“Nós atingimos o limite”, disse ela. Fez mais: reconheceu uma das maiores fragilidades para a continuidade do crescimento alavancado a investimentos nos próximos anos. Sem remover essa barreira, que implica criar poupança pública, o crescimento termina por exaustão do processo — mas com a culpa atribuída aos juros altos do BC.
 
A ideia que pegou
 
A fala de Dilma chamou a atenção não só por sua vontade de não se indispor com o mercado financeiro, que não elege ninguém, mas pode quebrar as pernas de qualquer político, como tem feito neste tempo de crise na Europa. E quase tira o doce da boca de Lula em 2002.
 
O destaque, segundo lideranças empresariais, foi a sua coragem em abrir tanto sobre o seu projeto para a economia diante de platéia que não engole demagogia e tem meios de cobrar compromissos, como o pessoal da banca nova-iorquina. O que ela expôs parece ter base.
 
Dois dias antes, em Madri, com Lula ao seu lado, Luciano Coutinho, presidente do BNDES, também afirmou a empresários europeus que “a pergunta relevante é como financiar a expansão do investimento”, e falou em parceria com o sistema financeiro para alongar o crédito e os instrumentos de poupança, hoje focados no curto prazo.
 
Isso é mais que discurso: um grupo de talentos na área se debruça na formulação de propostas para apresentá-las antes das eleições, como contribuição ao debate. A ideia do progresso pegou no país.Correio
Partidos defendem aplicação de projeto já em outubro
Mesmo antes da sanção presidencial, Ficha Limpa é tema de resoluções internas do PPS e do PV
25 de maio de 2010 | 0h 00
- O Estado de S.Paulo
Se a reforma política é um tema controverso, a aplicação do Ficha Limpa mesmo antes da sanção presidencial - independentemente de qualquer polêmica jurídica sobre o teor da emenda de redação do Senado - é pacífica, a julgar pelas declarações dos debatedores que participaram do encontro.
Praticamente todos os partidos defenderam que ela valha para as eleições de outubro. O PPS e o PV já chegaram a colocar o tema em resoluções internas das legendas, o que obriga estes partidos a seguí-la, sem hesitações.
Waldomiro Ramos, do PTB, afirmou que o seu partido já tem exigido dos candidatos a obter legenda que apresentem uma série de documentos para conseguir o registro. "Não queremos que o partido sofra consequências junto ao Judiciário por causa dos candidatos", justificou.
Carlos Sampaio, do PSDB, defendeu a tese de que negar legenda a criminosos deveria ser uma obrigação dos partidos. "Evitar que bandido concorra deveria ser natural. A aprovação do Ficha Limpa representa um reencontro do Congresso - que em geral anda na contramão - com a sociedade", comemorou.
Iniciativa. Ivan Valente, do PSOL, revelou que a militância do seu partido saiu às ruas para ajudar a coletar assinaturas para aprovar o Ficha Limpa, que chegou à Câmara com 1,6 milhões de assinaturas de eleitores e obteve outras 2 milhões pelo site www.aavaz.org, especializado em mobilização eletrônica. "Temos muito orgulho de termos participado desta luta, até porque o projeto foi visto com grande ceticismo no início", disse.
Ricardo Vita Porto, representante do PMDB, explicou que o seu partido já tem tomado uma série de providências para evitar a candidatura dos chamados fichas-sujas, candidatos com condenações na Justiça por uma série de crimes listados no projeto Ficha Limpa como improbidade administrativa. "Por meio de decisões internas, o PMDB tem exigido uma série de documentos que comprovem que o futuro candidato não tenha problemas legais", destacou.
Marco Antonio Mroz, do PV, contou que a legenda copiou o texto do projeto e introduziu seus termos no estatuto da agremiação, o que torna sua implementação obrigatória no âmbito interno.
Edinho Silva, do PT, também defendeu o projeto, que encontrou como obstáculos em um primeiro momento na Câmara parlamentares do PT e do PMDB. "Para nós, do PT, essa lei representa um enorme avanço. Tanto que o partido, por meio do deputado José Eduardo Martins Cardozo (relator do projeto) se empenhou em sistematizar um projeto que resolvesse todas as contradições da versão original."
Para Pedro Bigardi, do PC do B, um dos efeitos imediatos da nova lei é aumentar o cuidado das legendas com seus candidatos. "Vai aumentar, sem dúvida, os critérios internos das agremiações. Acho que os partidos serão bem mais cuidadosos na hora de escolher seus candidatos."
Validade. A determinação de que o projeto valha para outubro, mesmo que não tenha decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesse sentido foi praticamente unânime entre os representantes de partidos.
Eliseu Gabriel, que representou o PSB no debate, afirmou que a simples aprovação do projeto não representa nem de longe o fim da corrupção eleitoral no País. "Não podemos ter essa ilusão. Apesar de todos os controles e punições, todo mundo sabe que a compra de votos corre solta no Brasil. É necessária uma luta cultural para combater esse problema", alertou. / M.A.
 
 
Repasse. Se nos anos 40 existisse Internet, Hitler não teria assassinado milhões de judeus.
 
Buya neles!!!
 
 
 
 
- Buya




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